{"id":2550,"date":"2012-10-23T21:59:31","date_gmt":"2012-10-23T21:59:31","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/10\/23\/comissao-da-verdade-analisa-inquerito-sobre-morte-de-juscelino-kubitschek-2\/"},"modified":"2012-10-23T21:59:31","modified_gmt":"2012-10-23T21:59:31","slug":"comissao-da-verdade-analisa-inquerito-sobre-morte-de-juscelino-kubitschek-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/10\/23\/comissao-da-verdade-analisa-inquerito-sobre-morte-de-juscelino-kubitschek-2\/","title":{"rendered":"Comiss\u00e3o da Verdade analisa inqu\u00e9rito sobre morte de Juscelino Kubitschek"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">Para integrantes da Comiss\u00e3o da Verdade da se\u00e7\u00e3o mineira da OAB, ex-presidente, morto em acidente de carro em 1976, foi v\u00edtima de assassinato<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" \/>A Comiss\u00e3o Nacional da Verdade come\u00e7ou a analisar o inqu\u00e9rito e o processo sobre a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, ocorrida em agosto de 1976. O documento foi encaminhado ao grupo encarregado de investigar crimes ocorridos durante o regime militar pela Comiss\u00e3o da Verdade da se\u00e7\u00e3o mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), que pede uma nova apura\u00e7\u00e3o do caso.  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a advogada Rosa Cardoso, integrante da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade, a documenta\u00e7\u00e3o sobre a morte do ex-presidente j\u00e1 foi analisada por um assessor do grupo e pelo ex-procurador-geral da Rep\u00fablica Cl\u00e1udio Fonteles, que tamb\u00e9m integra a comiss\u00e3o, mas ainda n\u00e3o h\u00e1 uma &#8220;interpreta\u00e7\u00e3o conclusiva&#8221; a respeito do caso. &#8220;J\u00e1 fizemos uma primeira leitura, mas \u00e9 uma quest\u00e3o t\u00e3o s\u00e9ria que vai ter que ser submetida a um conjunto de comiss\u00e1rios, n\u00e3o apenas a um&#8221;, observou Rosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como revelado pelo jornal \u00a0O Estado de S. Paulo \u00a0em maio, a OAB-MG contesta a vers\u00e3o de que JK foi v\u00edtima de um acidente automobil\u00edstico e aponta diversos &#8220;furos&#8221; por parte dos respons\u00e1veis pelas investiga\u00e7\u00f5es oficiais nas 2.629 p\u00e1ginas divididas em quatro volumes que comp\u00f5em o processo de apura\u00e7\u00e3o da morte. Para os integrantes da Comiss\u00e3o da Verdade da entidade mineira, o ex-presidente foi assassinado, opini\u00e3o partilhada pelo secret\u00e1rio particular e amigo de JK, Serafim Jardim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta ter\u00e7a-feira (23), Rosa Cardoso, al\u00e9m de Maria Rita Kehl e Jos\u00e9 Carlos Dias, tamb\u00e9m integrantes da comiss\u00e3o, se re\u00fanem com representantes da OAB-MG em Belo Horizonte. Nesta segunda, o trio participou de audi\u00eancia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para ouvir relatos de tr\u00eas v\u00edtimas da ditadura militar: o professor Apolo Heringer, ex-dirigente do Comando de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional (Colina), preso, torturado e exilado; a soci\u00f3loga Magda Neves, expulsa do mestrado em Ci\u00eancia Pol\u00edtica da UFMG pelo regime; e Mariluce Moura, vi\u00fava de Gildo Macedo Lacerda, morto sob tortura em 1973.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Araguaia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao chegar para a audi\u00eancia, Maria Rita Kehl, respons\u00e1vel da comiss\u00e3o pela investiga\u00e7\u00e3o de viola\u00e7\u00f5es de direitos de ind\u00edgenas e camponeses, revelou que o grupo encontra dificuldades de investigar um dos mais not\u00f3rios epis\u00f3dios do regime militar, a Guerrilha do Araguaia, ocorrida no sul do Par\u00e1 do fim da d\u00e9cada de 1960 at\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1970.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MP: \u00d3rg\u00e3o investiga 70 casos para abrir processos contra agentes da ditadura<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rec\u00e9m-chegada da regi\u00e3o, onde acompanhou as atividades dos Grupo de Trabalho do Araguaia (GTA) e do Grupo de Trabalho do Tocantins (GTT), Maria Rita informou que familiares de guerrilheiros que desapareceram na regi\u00e3o t\u00eam se recusado a fornecer material para compara\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica com restos mortais encontrados na \u00e1rea. At\u00e9 o momento, s\u00f3 foram identificadas as ossadas dos guerrilheiros Bergson Gurj\u00e3o Farias e Maria L\u00facia Petit. &#8220;Tem alguns casos que j\u00e1 tem ossos para compara\u00e7\u00e3o de DNA. (Mas) nem todas as fam\u00edlias querem oferecer o DNA, para n\u00e3o sofrer. Fica mais dif\u00edcil ainda, porque tem uma ossada, tem a possibilidade (de identifica\u00e7\u00e3o) e a fam\u00edlia n\u00e3o quer fazer o exame&#8221;, disse, sem entrar em detalhes.<\/p>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte &#8211; IG<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para integrantes da Comiss\u00e3o da Verdade da se\u00e7\u00e3o mineira da OAB, ex-presidente, morto em acidente de carro em 1976, foi v\u00edtima de assassinato A Comiss\u00e3o Nacional da Verdade come\u00e7ou a analisar o inqu\u00e9rito e o processo sobre a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, ocorrida em agosto de 1976. 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