{"id":3006,"date":"2013-01-23T13:47:48","date_gmt":"2013-01-23T13:47:48","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2013\/01\/23\/painel-na-camara-denunciara-tortura-durante-ditadura-militar\/"},"modified":"2013-01-23T13:47:48","modified_gmt":"2013-01-23T13:47:48","slug":"painel-na-camara-denunciara-tortura-durante-ditadura-militar","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2013\/01\/23\/painel-na-camara-denunciara-tortura-durante-ditadura-militar\/","title":{"rendered":"Painel na C\u00e2mara denunciar\u00e1 tortura durante Ditadura Militar"},"content":{"rendered":"<p><p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00f3leo sobre acr\u00edlico tem 5,5 metros de comprimento por 1,6 metro de largura e foi instalado na entrada do corredor que d\u00e1 acesso ao plen\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\" \/>Um painel em cores fortes e imagens chocantes com v\u00e1rias modalidades de tortura praticadas durante o governo militar (1964\/1985) poder\u00e1 ser visto a partir de agora pelos deputados na volta ao trabalho e por todos os que visitarem a C\u00e2mara. O \u00f3leo sobre acr\u00edlico tem 5,5 metros de comprimento por 1,6 metro de largura. Foi instalado na entrada do corredor que d\u00e1 acesso ao plen\u00e1rio, num local que recebeu o nome de Espa\u00e7o Rubens Paiva &#8211; o deputado que foi sequestrado e morto pela ditadura em 1971.  <!--more-->  <\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">A obra \u00e9 do artista pl\u00e1stico e editor Elifas Andreato. Recebeu o nome de &#8220;A verdade ainda que tardia&#8221;, numa refer\u00eancia direta \u00e0 inscri\u00e7\u00e3o da bandeira de Minas Gerais &#8211; &#8220;Liberdade ainda que tardia (&#8220;Libertas Qu\u00e6 Sera Tamen&#8221;, retirada pelos inconfidentes da primeira \u00e9cloga do poeta romano Virg\u00edlio). Foi doada no final do ano passado ao acervo permanente da C\u00e2mara. Andreato a fez para a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Parlamento mutilado: deputados federais casados pela ditadura de 1964&#8221;, que homenageou os 173 deputados que tiveram o mandado cassado durante o governo militar.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">De acordo com informa\u00e7\u00e3o de Elifas Andreato, o painel levou tr\u00eas meses e meio para ser conclu\u00eddo num trabalho de cerca de 15 horas por dia. Entre as cenas mais fortes mostradas pelo painel est\u00e3o uma mulher pendurado no &#8220;pau-de-arara&#8221;, mulheres sangrando pela vagina, uma pessoa afogada num balde, um homem sofrendo choques el\u00e9tricos no p\u00eanis, enquanto um torturador aperta parafusos numa esp\u00e9cie de &#8220;coroa de Cristo&#8221; colocada em sua cabe\u00e7a. V\u00e1rios torturadores est\u00e3o nus. T\u00eam uma arma no lugar do sexo.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 ainda reprodu\u00e7\u00e3o de fotos da presidente Dilma Rousseff no tempo em que foi presa e torturada, Rubens Paiva, Carlos Lamarca Carlos Marighella e outras pessoas torturadas ou mortas durante o regime militar. Na parte mais \u00e0 direita do painel h\u00e1 uma homenagem ao movimento &#8220;Tortura nunca mais&#8221;, que catalogou os nomes dos mortos, torturados e torturadores.<\/p>\n<p class=\"p3\" style=\"text-align: justify;\"><span class=\"s1\">Fonte &#8211; <\/span>Ag\u00eancia Estado<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00f3leo sobre acr\u00edlico tem 5,5 metros de comprimento por 1,6 metro de largura e foi instalado na entrada do corredor que d\u00e1 acesso ao plen\u00e1rio Um painel em cores fortes e imagens chocantes com v\u00e1rias modalidades de tortura praticadas durante o governo militar (1964\/1985) poder\u00e1 ser visto a partir de agora pelos deputados na [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3006"}],"collection":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3006"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3006\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}