{"id":3053,"date":"2013-01-13T13:59:04","date_gmt":"2013-01-13T13:59:04","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2013\/01\/13\/fonteles-ex-deputado-rubens-paiva-foi-morto-no-doi-do-exercito-2\/"},"modified":"2016-02-07T22:35:15","modified_gmt":"2016-02-07T22:35:15","slug":"fonteles-ex-deputado-rubens-paiva-foi-morto-no-doi-do-exercito-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2013\/01\/13\/fonteles-ex-deputado-rubens-paiva-foi-morto-no-doi-do-exercito-2\/","title":{"rendered":"Fonteles: ex-deputado Rubens Paiva foi morto no DOI, do Ex\u00e9rcito"},"content":{"rendered":"<p \/>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\" \/>O coordenador da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade, Cl\u00e1udio Lemos Fonteles, defendeu a transforma\u00e7\u00e3o do quartel da Pol\u00edcia do Ex\u00e9rcito na Rua Bar\u00e3o de Mesquita, na Tijuca (Zona Norte do Rio de Janeiro), em centro de mem\u00f3ria. Durante a fase mais sangrenta do regime militar, o pr\u00e9dio anexo do quartel abrigou o Destacamento de Opera\u00e7\u00f5es de Informa\u00e7\u00f5es do 1\u00ba Ex\u00e9rcito (DOI), principal centro de torturas da repress\u00e3o no Rio de Janeiro. Em entrevista ao programa da jornalista M\u00edriam Leit\u00e3o na &#8220;Globonews&#8221;, Fonteles anunciou que est\u00e1 concluindo um relat\u00f3rio que confirmar\u00e1 o assassinato do ex-deputado Rubens Paiva dentro do DOI.  <!--more-->  <\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Rubens Paiva desapareceu no dia 20 de janeiro de 1971, quando foi levado de casa por uma equipe supostamente da Aeron\u00e1utica. Entre esse dia e o dia seguinte, ele foi transferido para a Bar\u00e3o de Mesquita. O m\u00e9dico militar Amilcar Lobo alegou ter cuidado do ex-deputado, que sofreu hemorragia interna ap\u00f3s ser submetido a torturas. Mas as for\u00e7as de repress\u00e3o, na \u00e9poca, alegaram que Paiva teria sido sequestrado quatro dias depois por desconhecidos no Alto da Boa Vista (Zona Norte).<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Em novembro do ano passado, a Pol\u00edcia ga\u00facha descobriu nos arquivos pessoais do coronel J\u00falio de S\u00e1 Molinas Dias, ex-comandante do DOI, assassinado naquele m\u00eas, documentos que lan\u00e7aram luz sobre o destino do ex-deputado. Um deles, of\u00edcio do DOI denominado &#8220;Turma de Recebimento&#8221;, cont\u00e9m o nome completo do pol\u00edtico, de onde ele foi trazido (o QG-3), a equipe que o trouxe (o CISA, o Centro de Intelig\u00eancia da Aeron\u00e1utica), a data (20 de janeiro de 1971), seguido de uma rela\u00e7\u00e3o de documentos, pertences pessoais e valores do ex-deputado. Na margem esquerda do documento, \u00e0 caneta, consta uma assinatura, possivelmente de Paiva.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Molinas tamb\u00e9m guardava em casa um peda\u00e7o de folha de caderno, no qual um oficial n\u00e3o identificado escreveu de pr\u00f3prio punho, em 4 de fevereiro de 1971, que foram retirados pela Se\u00e7\u00e3o de Recebimento &#8220;todos os documentos pertencentes ao carro&#8221; de Paiva que tinha sido levado para o destacamento.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">A M\u00edriam Leit\u00e3o, Fonteles disse que conduz uma pesquisa baseada em 16 milh\u00f5es de documentos secretos da ditadura, principalmente do antigo Servi\u00e7o Nacional de Informa\u00e7\u00f5es (SNI) e do CISA, guardados no Arquivo Nacional, em Bras\u00edlia. O coordenador da comiss\u00e3o, que j\u00e1 escreveu 85 p\u00e1ginas sobre o seu conte\u00fado, lamentou que a Marinha e o Ex\u00e9rcito n\u00e3o tenham entregue at\u00e9 hoje os seus documentos secretos.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eles (militares das duas for\u00e7as) insistem em dizer que foi tudo destru\u00eddo. Mas, se tiverem vontade de achar, v\u00e3o acabar encontrando. A Pol\u00edcia Federal, em julho passado, fez uma varredura (em seus arquivos) e recebemos recent\u00edssima documenta\u00e7\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel a varredura achar&#8221;, disse o presidente da comiss\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Fonteles afirmou que, se as duas for\u00e7as destru\u00edram documentos, s\u00e3o obrigadas a apresentar atas com a identifica\u00e7\u00e3o do que foi eliminado. Caso contr\u00e1rio, a destrui\u00e7\u00e3o foi ilegal.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Fonte &#8211; Di\u00e1rio de Pernambuco<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\n<hr \/>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\">&#8216;Rubens Paiva foi morto por agentes do DOI-Codi&#8217;<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\"><br \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"p2\">Em entrevista em v\u00eddeo ao iG, Cl\u00e1udio Fonteles, presidente da Comiss\u00e3o da Verdade, confirma que deputado foi de fato assassinado ap\u00f3s cerca de dez dias de mart\u00edrio<\/p>\n<p class=\"p10\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Documentos militares confidenciais encontrados no Arquivo Nacional, em Bras\u00edlia, revelam que o ex-deputado Rubens Paiva, tido como desaparecido, na verdade foi executado por agentes do DOI-Codi (Destacamento de Opera\u00e7\u00f5es de Informa\u00e7\u00e3o do Centro de Defesa Interna) do Primeiro Ex\u00e9rcito (Rio de Janeiro).<\/span><\/p>\n<p class=\"p11\">A informa\u00e7\u00e3o foi dada pelo ex-procurador geral da Rep\u00fablica, Claudio Fonteles e coordenador da <a href=\"http:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/comissao-da-verdade\/\">Comiss\u00e3o Nacional da Verdade <\/a>em entrevista ao iG , concedida nesta quinta-feira (10). \u201cEle foi morto por agentes do Doi-Codi\u201d, revela. Segundo Fonteles, a vers\u00e3o oficial contada at\u00e9 hoje \u00e9 uma \u201cfantasia absoluta\u201d.<\/p>\n<p class=\"p11\">Leia mais: <a href=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/11\/08\/decisao-de-recebimento-da-denuncia\/\">Documentos trazem luz ao caso Rubens Paiva, deputado morto na ditadura<\/a><\/p>\n<p class=\"p11\">Porto Alegre: <a href=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/11\/08\/decisao-de-recebimento-da-denuncia\/\">Pol\u00edcia apura assassinato de ex-comandante do DOI-RJ<\/a><\/p>\n<p class=\"p11\">A revela\u00e7\u00e3o, baseada em documentos oficiais produzidos pelos \u00f3rg\u00e3os de informa\u00e7\u00e3o do regime militar (1964-1985), desmente duas vers\u00f5es difundidas nos \u00faltimos 40 anos: a de que Paiva teria desaparecido em uma suposta opera\u00e7\u00e3o de resgate pela esquerda ou que tenha sido preso e morto por militares da Aeron\u00e1utica. O ex-deputado foi preso em casa, no dia 20 de janeiro de 1971, e levado direto para a sede do DOI-Codi, de onde nunca mais saiu com vida. Fonteles estima que o mart\u00edrio do deputado durou dez dias.<\/p>\n<p class=\"p11\">Os informes e relat\u00f3rios confirmam tamb\u00e9m que um dos respons\u00e1veis pela pris\u00e3o, tortura e morte do ex-deputado \u00e9 o coronel Julio Miguel Molinas Dias,<a href=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/11\/08\/decisao-de-recebimento-da-denuncia\/\">assassinado no dia 1\u00ba de novembro do ano passado em Porto Alegre <\/a>. Na resid\u00eancia do militar, que \u00e0 \u00e9poca era chefe DOI-Codi do Primeiro Ex\u00e9rcito, a Pol\u00edcia Civil ga\u00facha encontrou documentos indicando a passagem de Paiva pelo \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p11\">O procurador Claudio Fonteles afirma que os novos documentos encontrados no Arquivo Nacional podem ajudar a esclarecer definitivamente o caso Rubens Paiva, um dos grandes segredos dos anos de chumbo. Ele vai divulgar um relat\u00f3rio detalhando as informa\u00e7\u00f5es encontradas nos documentos e que ganham import\u00e2ncia hist\u00f3rica por terem sido produzidos pelo pr\u00f3prio regime militar.<\/p>\n<p class=\"p11\">Veja o especial do iG: <a href=\"http:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/memorias-de-uma-guerra-suja\/\">A Ditadura Revisada<\/a><\/p>\n<p class=\"p11\"><a href=\"http:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/comissao-da-verdade\/\">Leia as not\u00edcias sobre a Comiss\u00e3o da Verdade<\/a><\/p>\n<p class=\"p11\">Nessa entrevista em v\u00eddeo, Fonteles tamb\u00e9m lan\u00e7a novas luzes sobre a participa\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/brasil\/curio-revela-que-exercito-executou-41-no-araguaia\/n1237627289842.html\">major Curi\u00f3 na Guerrilha do Araguaia <\/a>. Curi\u00f3 \u00e9 tido como o principal agente repressor do per\u00edodo. Mas documentos preliminares apontam que ele n\u00e3o foi o \u00fanico respons\u00e1vel.<\/p>\n<p class=\"p11\">Veja a entrevista:<\/p>\n<p class=\"p11\">\n<p class=\"p1\"><a href=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/11\/08\/decisao-de-recebimento-da-denuncia-2\/\">ENTREVISTA DE CL\u00c1UDIO FONTELES AO iG<\/a><\/p>\n<p class=\"p2\">Em entrevista em v\u00eddeo, Cl\u00e1udio Fonteles, presidente da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade, afirma que deputado federal foi morto pelo Doi\/Codi do 1\u00ba Ex\u00e9rcito<\/p>\n<p class=\"p3\">Fonteles avalia que nesses oito meses de Comiss\u00e3o da Verdade j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel comprovar que o Estado montou uma estrutura que tinha como prioridade o chamado \u201cparoxismo de seguran\u00e7a\u201d e que o \u00f3rg\u00e3o deixar\u00e1 como legado uma cultura democr\u00e1tica, anti-golpista e de respeito aos direitos humanos.<\/p>\n<p class=\"p3\">Como ex-membro do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), Fonteles disse que n\u00e3o h\u00e1 qualquer impedimento para que inqu\u00e9ritos contra militares ou agentes repressores sejam abertos ap\u00f3s os trabalhos da Comiss\u00e3o da Verdade e defendeu, como cidad\u00e3o, que todos os crimes ocorridos na Ditatura Militar sejam julgados no futuro.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"p3\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p3\">Fonte &#8211; IG<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"p3\">\n<hr \/>\n<p class=\"p3\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p3\" style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"p1\"><strong>&#8216;Rubens Paiva foi assassinado no Ex\u00e9rcito&#8217;, diz membro de comiss\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"p2\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p7\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O coordenador da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade, Claudio Fonteles, divulgar\u00e1 em fevereiro ou mar\u00e7o um texto de sua autoria segundo o qual h\u00e1 provas documentais de que o deputado federal Rubens Paiva foi morto por agentes da ditadura militar no interior de um pr\u00e9dio do Ex\u00e9rcito no Rio.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-2956\" src=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/130111361.jpeg\" border=\"0\" width=\"300\" height=\"220\" style=\"vertical-align: middle;\" \/><\/p>\n<address><span style=\"line-height: 1.3em;\">O coordenador da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade, Claudio Fonteles<\/span><\/address>\n<p class=\"p9\">Cr\u00edtico da ditadura, Paiva desapareceu em janeiro de 1971, aos 41 anos de idade.<\/p>\n<p class=\"p9\">A vers\u00e3o oficial que o Ex\u00e9rcito mant\u00e9m at\u00e9 hoje \u00e9 que Paiva fugiu das m\u00e3os dos militares no Rio. Pap\u00e9is que t\u00eam vindo a p\u00fablico ao longo dos anos e depoimentos testemunhais, contudo, indicam que Paiva foi morto sob tortura nas m\u00e3os do Ex\u00e9rcito.<\/p>\n<p class=\"p9\">Fonteles afirmou ao programa da jornalista Miriam Leit\u00e3o, no canal GloboNews, e ao portal &#8220;iG&#8221; que h\u00e1 documentos no Arquivo Nacional que apontam para o assassinato de Paiva no interior do DOI-Codi, um dos principais centros da repress\u00e3o militar \u00e0 esquerda na \u00e9poca da ditadura (1964-1985).<\/p>\n<p class=\"p9\">O coordenador reconheceu que ainda n\u00e3o h\u00e1 pistas do destino dado ao corpo pelos militares nem os nomes dos autores do crime.<\/p>\n<p class=\"p9\">Em novembro, a Folha revelou que documentos entregues \u00e0 Pol\u00edcia Civil do Rio Grande do Sul pela fam\u00edlia do coronel J\u00falio Miguel Molinas Dias, morto a tiros quando chegava em sua casa em Porto Alegre (RS), ajudariam a confirmar a morte de Paiva nas m\u00e3os da ditadura militar.<\/p>\n<p class=\"p9\" style=\"text-align: justify;\">Dias comandou o DOI-Codi do Rio no fim da d\u00e9cada de 70 e no in\u00edcio dos anos 80. Um dos documentos confirmou que Paiva chegou a dar entrada no DOI-Codi.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"p9\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p9\" style=\"text-align: justify;\">Fonte &#8211; Folha de S.Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O coordenador da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade, Cl\u00e1udio Lemos Fonteles, defendeu a transforma\u00e7\u00e3o do quartel da Pol\u00edcia do Ex\u00e9rcito na Rua Bar\u00e3o de Mesquita, na Tijuca (Zona Norte do Rio de Janeiro), em centro de mem\u00f3ria. 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