{"id":6355,"date":"2013-08-29T22:08:24","date_gmt":"2013-08-29T22:08:24","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2013\/08\/29\/a-ditadura-me-tirou-de-minas-gerais-diz-presidente-dilma-rousseff-em-bh\/"},"modified":"2013-08-29T22:08:24","modified_gmt":"2013-08-29T22:08:24","slug":"a-ditadura-me-tirou-de-minas-gerais-diz-presidente-dilma-rousseff-em-bh","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2013\/08\/29\/a-ditadura-me-tirou-de-minas-gerais-diz-presidente-dilma-rousseff-em-bh\/","title":{"rendered":"&#8216;A ditadura me tirou de Minas Gerais&#8217;, diz presidente Dilma Rousseff em BH"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Ela quebrou protocolo e passeou pela Pra\u00e7a da Liberdade.\u00a0<span style=\"line-height: 1.3em;\">Dilma participou da inaugura\u00e7\u00e3o de centro cultural na capital mineira.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-6354\" src=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/dilma-sem-seg.jpg\" border=\"0\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/span><\/p>\n<address style=\"text-align: justify;\" \/>Dilma quebrou protocolo, pediu licen\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a e passeou pela Pra\u00e7a da Liberdade   <!--more-->  <\/address>\n<p class=\"p1\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">A presidente da Rep\u00fablica, Dilma Rousseff, quebrou o protocolo na tarde desta ter\u00e7a-feira (27) e passeou na Pra\u00e7a da Liberdade, em Belo Horizonte. Ela contou que morou na regi\u00e3o durante a inf\u00e2ncia e disse que a ditadura militar foi respons\u00e1vel pela sa\u00edda dela da capital mineira. \u201cA ditadura me tirou de Minas Gerais, e fui acolhida no Rio Grande do Sul\u201d, afirmou.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">Dilma Rousseff participou da inaugura\u00e7\u00e3o do Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB-BH), no Circuito Cultural da Pra\u00e7a da Liberdade, em Belo Horizonte. Ela estava acompanhada pelo governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, pelo prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, al\u00e9m dos ministros Marta Suplicy, Aloizio Mercadante, Helena Chagas e de Ant\u00f4nio Andrade.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">Pouco antes de entrar no CCBB, a presidente pediu licen\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a e andou pelas alamedas da Pra\u00e7a da Liberdade. Ela contou que morou na Rua Sergipe, nas proximidades da pra\u00e7a, e que passou a inf\u00e2ncia na regi\u00e3o. \u00c0 ministra da Cultura, Marta Suplicy, Dilma mostrou o Edif\u00edcio Niemeyer, projetado por Oscar Niemeyer e que \u00e9 um dos pontos mais conhecidos da pra\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">Ela falou ainda sobre uma lanchonete situada em uma esquina da pra\u00e7a, que ainda funciona no local. \u201cAli as pessoas iam namorar quando eu tinha uns 14 anos\u201d, revelou.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">Depois, j\u00e1 na inaugura\u00e7\u00e3o do centro, ela deu mais detalhes de sua inf\u00e2ncia. \u201cMeus primeiros passos foram aqui [na pra\u00e7a]. Morei at\u00e9 uns dez anos na Rua Sergipe, n\u00famero 1.348, e circulei da Rua Sergipe para a pra\u00e7a, do Minas T\u00eanis para o Col\u00e9gio Izabela Hendrix durante uma parte muito grande da minha vida. Me traz recorda\u00e7\u00f5es de, n\u00e3o vou falar quantos, mas muitos anos atr\u00e1s\u201d, destacou Dilma.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">Ela se lembrou que saiu de Minas durante a Ditadura Militar. \u201cA ditadura me tirou de Minas Gerais, e fui acolhida no Rio Grande do Sul. Aqui em Minas Gerais tem umas pessoas que dizem que eu n\u00e3o sou mineira. Agora, l\u00e1 no Rio Grande do Sul, quem n\u00e3o gosta de mim diz que n\u00e3o sou ga\u00facha. Que eu n\u00e3o sou ga\u00facha, eu acho que fica um pouco \u00f3bvio porque ningu\u00e9m fala \u2018oc\u00ea\u2019 no Rio Grande do Sul, e nem fala \u2018uai\u2019. Mas tamb\u00e9m eu j\u00e1 misturei um pouco, porque eu falo barbaridade. Eu sou esta mistura. E esta mistura tem um ponto de partida, que \u00e9 esta Pra\u00e7a da Liberdade\u201d, disse.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">A presidente ressaltou tamb\u00e9m a satisfa\u00e7\u00e3o de ver o coreto da Pra\u00e7a da Liberdade revitalizado. E prometeu ao governador Antonio Anastasia voltar \u00e0 cidade quando tiver alguma banda tocando no coreto, tradi\u00e7\u00e3o mineira de cidades do interior.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\"><strong>CCBB-BH<\/strong><\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB-BH), resultado de uma parceria entre o banco e o governo de Minas Gerais, estar\u00e1 aberto ao p\u00fablico a partir desta quarta-feira (28). As obras de restaura\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio projetado em 1926 pelo arquiteto Luiz Signorelli foram iniciadas em agosto de 2009. De acordo com o BB, aproximadamente R$ 37 milh\u00f5es foram investidos na reforma, no restauro e na aquisi\u00e7\u00e3o de mobili\u00e1rio e equipamentos.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">Para a estreia da programa\u00e7\u00e3o, o CCBB-BH recebe a exposi\u00e7\u00e3o internacional Elles: Mulheres Artistas na cole\u00e7\u00e3o do Centro Pompidou. A mostra apresenta obras do acervo do Centre Georges Pompidou \u2013 Mus\u00e9e National d\u2019Art Moderne, de Paris, que abriga a maior cole\u00e7\u00e3o de arte moderna da Europa. O p\u00fablico ter\u00e1 acesso a uma nova perspectiva sobre a hist\u00f3ria da arte moderna e contempor\u00e2nea, abrangendo um per\u00edodo que vai do in\u00edcio do s\u00e9culo XX aos dias de hoje, com obras de arte em diversos suportes (pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, v\u00eddeos e instala\u00e7\u00f5es), produzidas por cerca de 70 artistas mulheres, entre elas, Frida Kahlo, Louise Bourgeois, Sophie Calle, Nan Goldin, Diane Arbus, Cindy Sherman, Suzanne Valadon.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Asilo a senador boliviano<\/strong><\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">Antes de embarcar para Belo Horizonte, a presidente Dilma Rousseff j\u00e1 havia se lembrado dos tempos da ditadura, ao comentar o caso do senador boliviano Roger Pinto Molina. Ela afirmou que o Brasil &#8220;jamais&#8221; poderia ter colocado em risco a seguran\u00e7a do pol\u00edtico e criticou a opera\u00e7\u00e3o que o retirou, sem autoriza\u00e7\u00e3o do governo da Bol\u00edvia, da embaixada brasileira em La Paz, onde estava na condi\u00e7\u00e3o de asilado havia um ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">A opera\u00e7\u00e3o foi organizada pelo encarregado de neg\u00f3cios da embaixada, o diplomata Eduardo Saboia, sem autoriza\u00e7\u00e3o do governo boliviano. Dilma tamb\u00e9m questionou associa\u00e7\u00f5es feitas por Saboia da situa\u00e7\u00e3o como vivia o senador boliviano na embaixada brasileira em La Paz com o Doi-Codi, \u00f3rg\u00e3o de repress\u00e3o do regime militar e em cuja sede presos pol\u00edticos eram submetidos a torturas. Para a presidente, a sede da embaixada \u00e9 &#8220;extremamente confort\u00e1vel&#8221; e fica distante do DOI-Codi como o &#8220;c\u00e9u do inferno&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ela quebrou protocolo e passeou pela Pra\u00e7a da Liberdade.\u00a0Dilma participou da inaugura\u00e7\u00e3o de centro cultural na capital mineira. 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