{"id":6926,"date":"2014-02-17T15:08:42","date_gmt":"2014-02-17T15:08:42","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2014\/02\/17\/comissoes-da-verdade-caminham-lentamente\/"},"modified":"2014-02-17T15:08:42","modified_gmt":"2014-02-17T15:08:42","slug":"comissoes-da-verdade-caminham-lentamente","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2014\/02\/17\/comissoes-da-verdade-caminham-lentamente\/","title":{"rendered":"Comiss\u00f5es da Verdade caminham lentamente"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Criada para aprofundar a an\u00e1lise sobre a ditadura militar no Brasil\u00a0 (1964-1985), a Comiss\u00e3o Nacional da Verdade foi reproduzida em diversos Estados e munic\u00edpios brasileiros. Desde o fim do ano passado, os grupos de trabalho ganharam espa\u00e7o no Grande ABC. As C\u00e2maras de Santo Andr\u00e9, S\u00e3o Bernardo, Diadema e Mau\u00e1 formaram comiss\u00f5es, presididas por vereadores petistas.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-5423\" src=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/92doeadwyuf374igklq2mxe27.jpg\" border=\"0\" width=\"300\" height=\"180\" \/>  <!--more-->  <\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Das quatro cidades, apenas o bloco diademense iniciou os trabalhos. Foram realizados diversos encontros e depoimentos de quem vivenciou o per\u00edodo militar.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">A previs\u00e3o inicial era que as atividades no munic\u00edpio terminassem no fim de mar\u00e7o, mas a presidente da comiss\u00e3o, vereadora Lilian Cabrera (PT), estuda prorrogar o prazo por mais seis meses. \u201cJ\u00e1 colhemos relatos importantes e queremos aprofundar esse trabalho\u201d, frisou a petista. Segundo ela, est\u00e3o previstas a\u00e7\u00f5es envolvendo mulheres e sociedade civil. \u201cTamb\u00e9m faremos um trabalho junto com a Comiss\u00e3o Estadual da Verdade.\u201d<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Um dos depoimentos mais aguardados foi o do ex-prefeito Gilson Menezes (PSB). Ex-sindicalista e militante hist\u00f3rico do PT, Gilson foi o primeiro chefe de Executivo eleito pela sigla, em 1982. Ele relatou \u00e0 Comiss\u00e3o da Verdade local sobre a dificuldade de organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores naquele per\u00edodo. \u201cN\u00e3o se podia fala em greve\u201d, disse.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Em Santo Andr\u00e9, a Comiss\u00e3o da Verdade come\u00e7ar\u00e1 a ouvir os depoimentos no m\u00eas que vem. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 do l\u00edder do grupo, Jos\u00e9 Montoro Filho, o Montorinho (PT). \u201cJ\u00e1 temos uma lista grande de pessoas que desejam dar sua contribui\u00e7\u00e3o. Vamos definir os detalhes dos encontros\u201d, disse. O andreense justificou que o recesso parlamentar atrasou o in\u00edcio da apura\u00e7\u00e3o. Ele tamb\u00e9m mencionou o interc\u00e2mbio com as comiss\u00f5es estadual e nacional.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Cidade onde surgiu o Sindicato dos Metal\u00fargicos do Grande ABC, uma das entidades que mais lutou contra o regime, S\u00e3o Bernardo tem a Comiss\u00e3o da Verdade mais emperrada. Comandada pelo l\u00edder do governo na C\u00e2mara, vereador Jos\u00e9 Ferreira (PT), o grupo s\u00f3 definiu os outros integrantes da comiss\u00e3o na semana passada. Z\u00e9 Ferreira disse que o pr\u00f3ximo passo \u00e9 elaborar o calend\u00e1rio de atividades.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Conhecida por abrigar importantes remanescentes da AP (A\u00e7\u00e3o Popular, um dos movimentos populares contr\u00e1rio ao regime militar), Mau\u00e1 tamb\u00e9m est\u00e1 iniciando as tratativas para colher depoimentos. \u201cTemos um rico material humano para ser ouvido. Isso contribuir\u00e1 muito no andamento da comiss\u00e3o\u201d, disse o presidente do grupo, Wagner Rubinelli (PT).<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Em abril, o golpe que deflagrou o regime militar completa 50 anos. V\u00e1rias atividades est\u00e3o planejadas em todo o Brasil para relembrar o per\u00edodo conturbado da hist\u00f3ria pol\u00edtica brasileira.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">O grupo Acorda ABC, ligado ao Sindicato dos Metal\u00fargicos de Santo Andr\u00e9 e Mau\u00e1, prepara evento internacional para relembrar o golpe militar de 1964. A a\u00e7\u00e3o reunir\u00e1 militantes de diversos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">No come\u00e7o do m\u00eas, S\u00e3o Bernardo sediou ato organizado pelas dez centrais sindicais com representa\u00e7\u00e3o no Estado, para homenagear ex-sindicalistas, pol\u00edticos e militantes que vivenciaram os anos de chumbo.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Fonte &#8211; Di\u00e1rio do Grande ABC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Criada para aprofundar a an\u00e1lise sobre a ditadura militar no Brasil\u00a0 (1964-1985), a Comiss\u00e3o Nacional da Verdade foi reproduzida em diversos Estados e munic\u00edpios brasileiros. Desde o fim do ano passado, os grupos de trabalho ganharam espa\u00e7o no Grande ABC. 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