{"id":750,"date":"2012-05-28T03:06:25","date_gmt":"2012-05-28T03:06:25","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/05\/28\/gael-garcia-bernal-protagoniza-nofilme-sobre-a-ditadura-no-chile-2\/"},"modified":"2012-05-28T03:06:25","modified_gmt":"2012-05-28T03:06:25","slug":"gael-garcia-bernal-protagoniza-nofilme-sobre-a-ditadura-no-chile-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/05\/28\/gael-garcia-bernal-protagoniza-nofilme-sobre-a-ditadura-no-chile-2\/","title":{"rendered":"Gael Garcia Bernal protagoniza No, filme sobre a ditadura no Chile"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Na maioria das vezes, quando se pensa em um filme sobre ditadura as cenas que v\u00eam \u00e0 cabe\u00e7a s\u00e3o as de tortura e viol\u00eancia extrema. Mas esse tema inesgot\u00e1vel encontrou novo f\u00f4lego no filme do chileno Pablo Larra\u00edn, de 35 anos. Em No, o diretor relembra o plebiscito ocorrido em 1988, que questionava o povo quanto a continuidade do governo de Augusto Pinochet.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">O longa est\u00e1 sendo exibido em uma mostra paralela \u00e0 competi\u00e7\u00e3o oficial em Cannes, chamada de Quinzena dos Realizadores, que j\u00e1 revelou nomes como Michael Haneke e Sofia Coppola. Na hist\u00f3ria, Rene Saavedra (Gael Garc\u00eda Bernal) vive um publicit\u00e1rio de sucesso convidado a cuidar da campanha pelo \u201cN\u00e3o\u201d, pedindo a sa\u00edda definitiva de Pinochet do seu cargo.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Na \u00e9poca, o ditador convocou a opini\u00e3o p\u00fablica depois de sofrer muita press\u00e3o internacional, como bem contextualiza o filme. Em 5 de outubro de 1988, os chilenos foram \u00e0s urnas e com o resultado de 44,01% para o \u02dcSim\u201d e 55,99% para o \u201cN\u00e3o\u201d, ele se v\u00ea obrigado a deixar o poder.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Seu chefe, partid\u00e1rio do ent\u00e3o presidente, assume a campanha pelo \u201cSim\u201d e a partir da\u00ed o filme mostra o contexto hist\u00f3rico e social da \u00e9poca atrav\u00e9s desta corrida publicit\u00e1ria. Al\u00e9m de trabalhar o assunto da ditadura fugindo do convencional, Larra\u00edn rodou o filme em suporte de v\u00eddeo U-matic 3\/4, usado no final dos anos 1980. As cores e texturas se parecem com as imagens da televis\u00e3o na \u00e9poca confundindo realidade e fic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">No poderia tranquilamente estar na lista da competi\u00e7\u00e3o oficial no lugar de longas controversos como o eg\u00edpcio After the Battle, ou de Paradies: Liebe (Para\u00edso: Amor), do austr\u00edaco Ulrich Seidl. Depois de Tony Manero e Post Mortem, outras duas produ\u00e7\u00f5es bem-sucedidas, Larra\u00edn comprova ser um dos grandes do cinema atual na Am\u00e9rica Latina, merecendo cinco minutos de aplausos em p\u00e9 do p\u00fablico em Cannes.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Fonte &#8211; Bravo!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Na maioria das vezes, quando se pensa em um filme sobre ditadura as cenas que v\u00eam \u00e0 cabe\u00e7a s\u00e3o as de tortura e viol\u00eancia extrema. Mas esse tema inesgot\u00e1vel encontrou novo f\u00f4lego no filme do chileno Pablo Larra\u00edn, de 35 anos. Em No, o diretor relembra o plebiscito ocorrido em 1988, que questionava o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/750"}],"collection":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=750"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/750\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=750"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=750"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=750"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}