{"id":8164,"date":"2015-10-19T20:17:18","date_gmt":"2015-10-19T20:17:18","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2015\/10\/19\/documentario-inedito-da-voz-as-mulheres-que-lutaram-na-ditadura-militar\/"},"modified":"2015-10-19T20:17:18","modified_gmt":"2015-10-19T20:17:18","slug":"documentario-inedito-da-voz-as-mulheres-que-lutaram-na-ditadura-militar","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2015\/10\/19\/documentario-inedito-da-voz-as-mulheres-que-lutaram-na-ditadura-militar\/","title":{"rendered":"Document\u00e1rio in\u00e9dito d\u00e1 voz \u00e0s mulheres que lutaram na Ditadura Militar"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\" \/>Ap\u00f3s 12 anos de intensa produ\u00e7\u00e3o, as diretoras Danielle Gaspar e Krishna Tavares trazem \u00e0 tona o depoimento de mulheres que lutaram na Ditadura Militar do Brasil, no document\u00e1rio batizado de <a href=\"http:\/\/documentartfilmes.wix.com\/atras\">\u201cAtr\u00e1s de Portas Fechadas\u201d<\/a>. S\u00e3o 73 minutos em que o p\u00fablico mergulha em um registro hist\u00f3rico sobre ex-militantes de organiza\u00e7\u00f5es que protestavam pela participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica contra a repress\u00e3o.  <!--more-->  <\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">A ideia do projeto nasceu de um TCC (Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso) quando as duas ainda cursavam a faculdade de jornalismo na PUC-Campinas, em 2003.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\u201cAo longo da investiga\u00e7\u00e3o, percebemos a import\u00e2ncia do material que est\u00e1vamos coletando e, captamos as entrevistas, j\u00e1 com a inten\u00e7\u00e3o futura de finalizarmos um longa. Quer\u00edamos falar da mulher comum e descobri-la como sujeito da hist\u00f3ria, pois percebemos que as mulheres s\u00e3o destinadas ao \u2018sil\u00eancio das paredes dom\u00e9sticas\u2019 e exclu\u00eddas do relato hist\u00f3rico oficial, que se baseia no espa\u00e7o p\u00fablico, mais especificamente nas rela\u00e7\u00f5es pol\u00edticas\u201d, explica Danielle.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/catracalivre.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Coupia_de_CARTAZ_2015_online.jpg\"><\/a><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/catracalivre.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Coupia_de_CARTAZ_2015_online.jpg\" border=\"0\" width=\"595\" height=\"851\" \/><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">O document\u00e1rio permeia, ainda, a quest\u00e3o das mulheres da elite brasileira que deixaram seus lares apenas provisoriamente para defender-se da \u201camea\u00e7a comunista\u201d. Tais eventos influenciaram o debate sobre o comportamento e a condi\u00e7\u00e3o da mulher na sociedade brasileira. Ao observarem a inst\u00e2ncia p\u00fablica da vida destas pessoas, veio a seguinte pergunta: \u201co que ocorre na vida privada que determina as escolhas na vida p\u00fablica?\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">\u201cT\u00ednhamos lido muitas coisas a respeito de mulheres que participaram das organiza\u00e7\u00f5es de esquerda que atuaram no combate contra a ditadura de 1964, al\u00e9m de filmes e eventos a respeito deste tema. Mas tamb\u00e9m nos impactava os relatos e registros sobre as Marchas da Fam\u00edlia com Deus Pela Liberdade e, sobretudo, a falta de interesse acad\u00eamico ou art\u00edstico em estudar ou entender tal movimento\u201d, diz a documentarista.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o re\u00fane entrevistas com Zilah Abramo, soci\u00f3loga, organizadora da Comiss\u00e3o de M\u00e3es em Defesa dos Direitos Humanos e vice-presidente da Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo; Maria Am\u00e9lia Teles, ex-militante do Partido Comunista do Brasil, fundadora da Comiss\u00e3o de Familiares de Mortos e Desaparecidos Pol\u00edticos no Brasil 1964-1985 e integrante da Comiss\u00e3o Estadual da Verdade de SP, quatro integrantes da UCF (Uni\u00e3o C\u00edvica Feminina), entre outras, totalizando oito entrevistadas, mescladas entre os dois contextos apresentados.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=XcYbLh7Jabs\"><strong>Assista ao trailer<\/strong><\/a><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">A estreia do document\u00e1rio est\u00e1 marcada para acontecer em S\u00e3o Paulo no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, dia 24, durante o Cine Direitos Humanos, no Espa\u00e7o Ita\u00fa de Cinema do Shopping Frei Caneca. A programa\u00e7\u00e3o come\u00e7a \u00e0s 11h e haver\u00e1 debate com as diretoras ao final. Os convites de entrada ser\u00e3o distribu\u00eddos 1h antes. Em breve, \u201cAtr\u00e1s de Portas Fechadas\u201d tamb\u00e9m ser\u00e1 exibido no Rio de Janeiro e Bras\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Fonte &#8211; Catracalivre<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s 12 anos de intensa produ\u00e7\u00e3o, as diretoras Danielle Gaspar e Krishna Tavares trazem \u00e0 tona o depoimento de mulheres que lutaram na Ditadura Militar do Brasil, no document\u00e1rio batizado de \u201cAtr\u00e1s de Portas Fechadas\u201d. 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