{"id":8191,"date":"2015-11-26T16:28:48","date_gmt":"2015-11-26T16:28:48","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2015\/11\/26\/alunos-de-jn-da-uniara-produzem-documentario-baseado-no-livro-qa-coragem-da-inocenciaq\/"},"modified":"2015-11-26T16:28:48","modified_gmt":"2015-11-26T16:28:48","slug":"alunos-de-jn-da-uniara-produzem-documentario-baseado-no-livro-qa-coragem-da-inocenciaq","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2015\/11\/26\/alunos-de-jn-da-uniara-produzem-documentario-baseado-no-livro-qa-coragem-da-inocenciaq\/","title":{"rendered":"Alunos de JN da UNIARA produzem document\u00e1rio baseado no livro &#8220;A Coragem da Inoc\u00eancia&#8221;"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Os alunos do quarto ano do curso de Jornalismo do Centro Universit\u00e1rio de Araraquara \u2013 Uniara, Fernando Henrique Stivaletti Vitor, Heloisa Helena Zanoni, Milton Cerqueira Leite Junior e Paula Cristina Cardoso De Sousa, produziram o v\u00eddeo-document\u00e1rio \u201cTodos est\u00e3o perdoados\u201d. A obra, que ser\u00e1 exibida como Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso \u2013 TCC no dia 27 de novembro, \u00e0s 19h, no audit\u00f3rio 3 da unidade I da institui\u00e7\u00e3o (rua Carlos Gomes, 1338, no centro), aborda a vida da religiosa Maurina Borges da Silveira, que durante o regime militar (1964 &#8211; 1985) foi presa e torturada, na cidade de Ribeir\u00e3o Preto.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/scontent-mia1-1.xx.fbcdn.net\/hphotos-xfa1\/t31.0-8\/s960x960\/10818374_619940394777238_1786803395559150393_o.jpg\" border=\"0\" width=\"300\" height=\"400\" \/><\/p>\n<address \/>Leia o livro completo em PDF atrav\u00e9s do link <a href=\"..\/livro_madre_maurina.pdf\"><\/a>http:\/\/anistiapolitica.org.br\/livro_madre_maurina.pdf  <!--more-->  <\/address>\n<p class=\"p1\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Leite Junior acrescenta ainda que Maurina foi acusada de ser membro de um movimento terrorista denominado For\u00e7as Armadas de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional &#8211; FALN, existente na cidade. \u201cEla havia deixado a cidade de Araraquara, onde era uma das irm\u00e3s do Col\u00e9gio das Irm\u00e3s Franciscanas da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, para ser diretora do orfanato Lar Santana, em Ribeir\u00e3o Preto. Durante a ditadura, foi presa e torturada, at\u00e9 ser banida do Brasil, acusada de participar de um movimento que se utilizava das instala\u00e7\u00f5es do orfanato para se reunir. A religiosa retorna ao pa\u00eds no in\u00edcio dos anos oitenta, ao provar sua inoc\u00eancia e recuperar sua cidadania. Ela passa por diversas cidades brasileiras at\u00e9 morrer em Araraquara, em 2011. Esses relatos s\u00e3o descritos no v\u00eddeo-document\u00e1rio por amigos, familiares e historiadores\u201d, detalha.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">A inten\u00e7\u00e3o do grupo, desde o in\u00edcio, era falar sobre a ditadura militar, segundo o estudante. \u201cPor\u00e9m, faltava um recorte e um pano de fundo para esse tema. Durante uma conversa com o nosso orientador, o professor Fabr\u00edcio Jos\u00e9 Mazocco, surgiu a hist\u00f3ria da Madre Maurina. Come\u00e7amos a pesquisar sobre ela e nos apaixonamos pelo assunto\u201d, comenta.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Para o desenvolvimento da produ\u00e7\u00e3o, ele conta que dispunha de poucas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis para pesquisas e poucas publica\u00e7\u00f5es que falavam sobre a vida da religiosa. \u201cO que nos ajudou foram as entrevistas com pesquisadores e pessoas que conviveram com ela. Durante o trabalho de pesquisa, utilizamos, com muita frequ\u00eancia, jornais impressos e relat\u00f3rios da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade, al\u00e9m das fichas de presos pol\u00edticos, do DOPS, e o arquivo de nossos entrevistados, que foi fundamental, dada a falta de material dispon\u00edvel\u201d, relembra Leite Junior.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Ele ressalta que se trata de \u201cuma hist\u00f3ria muito emocionante, de uma religiosa que, mesmo diante da dor da tortura, perdoou todos os seus malfeitores\u201d. \u201cMesmo com tantas inc\u00f3gnitas ainda a serem exploradas, o v\u00eddeo-document\u00e1rio tentou retratar da forma mais fiel poss\u00edvel o que motivou a pris\u00e3o da religiosa, os momentos de dor que sofreu, os boatos de que teria sido estuprada e engravidado de um militar, at\u00e9 o seu retorno ao Brasil. Todos os entrevistados tiveram algum envolvimento com Madre Maurina, seja por v\u00ednculo familiar, por pesquisa, ou por conv\u00edvio, o que refor\u00e7a a tentativa de preencher as lacunas dessa hist\u00f3ria\u201d, finaliza.<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/scontent-mia1-1.xx.fbcdn.net\/hphotos-xpt1\/v\/t1.0-9\/12274741_982705788439916_5791153682503648447_n.jpg?oh=b12df85ced67c52a1cea5a4c934203cf&#038;oe=56F497FD\" border=\"0\" width=\"700\" height=\"525\" \/><\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">O teaser de \u201cTodos est\u00e3o perdoados\u201d pode ser visualizado no link <a href=\"https:\/\/goo.gl\/ZmCAmn\">https:\/\/goo.gl\/ZmCAmn<\/a>.<\/p>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"p1\" style=\"text-align: justify;\">Fonte &#8211; Uniara<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os alunos do quarto ano do curso de Jornalismo do Centro Universit\u00e1rio de Araraquara \u2013 Uniara, Fernando Henrique Stivaletti Vitor, Heloisa Helena Zanoni, Milton Cerqueira Leite Junior e Paula Cristina Cardoso De Sousa, produziram o v\u00eddeo-document\u00e1rio \u201cTodos est\u00e3o perdoados\u201d. 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