{"id":13659,"date":"2021-05-30T23:50:22","date_gmt":"2021-05-30T23:50:22","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/?p=13659"},"modified":"2021-05-30T23:51:00","modified_gmt":"2021-05-30T23:51:00","slug":"documentario-sobre-grupo-de-resistencia-a-ditadura-chega-ao-streaming","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2021\/05\/30\/documentario-sobre-grupo-de-resistencia-a-ditadura-chega-ao-streaming\/","title":{"rendered":"Document\u00e1rio sobre grupo de resist\u00eancia \u00e0 ditadura chega ao streaming"},"content":{"rendered":"<p>Publicado originalmente em <strong class=\"txt-gray-base\">30\/05\/2021\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4 class=\"txt-gray-medium mb-0 center-wall\" style=\"text-align: justify;\">&#8216;Libelu &#8211; Abaixo a ditadura&#8217;, sobre vertente trotskista do movimento estudantil, venceu o festival \u00c9 Tudo Verdade no ano passado<\/h4>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Vencedor da 25\u00aa edi\u00e7\u00e3o do festival \u00c9 Tudo Verdade, realizada entre setembro e outubro de 2020, o document\u00e1rio &#8220;Libelu &#8211; Abaixo a ditadura&#8221; chegou aos principais servi\u00e7os de TV sob demanda na \u00faltima quinta-feira (27\/5).<\/p>\n<div class=\"containerads\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Dirigido por Di\u00f3genes Muniz, de 34 anos, o filme conta a trajet\u00f3ria do grupo Liberdade e Luta por meio de imagens de arquivo e depoimentos de quem vivenciou o per\u00edodo, como o jornalista Reinaldo Azevedo e o ex-ministro Antonio Palocci.<\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A Libelu, como ficou popularmente conhecida, surgiu em 1976, na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). De cunho trotskista, ela ajudou na revitaliza\u00e7\u00e3o do movimento estudantil que havia sido silenciado pelo AI-5, de 1968. Apesar de ter durado apenas seis anos, o grupo deixou uma marca profunda na milit\u00e2ncia contra o regime militar, como a retomada do lema &#8220;abaixo a ditadura&#8221;. Ainda assim, s\u00e3o poucos os registros que mostram essa atua\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Na avalia\u00e7\u00e3o de Muniz, a resist\u00eancia aos militares que data da segunda metade dos anos 1970 &#8220;n\u00e3o ganhou tanta aten\u00e7\u00e3o da narrativa hist\u00f3rica, sobretudo no audiovisual&#8221;. Para realizar o filme, ele e equipe fizeram uma ampla pesquisa sobre o grupo, antes de come\u00e7ar a filmar. Esse processo trouxe \u00e0 tona uma s\u00e9rie de imagens que ajudam a entender o que a Libelu representou na \u00e9poca, um &#8220;fen\u00f4meno&#8221;, como o diretor descreve.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O filme traz o depoimento de 20 ex-militantes da Liberdade e Luta que relembram suas atua\u00e7\u00f5es no movimento, entre eles o soci\u00f3logo Dem\u00e9trio Magnoli, o escritor Cad\u00e3o Volpato e o economista Eduardo Gianetti. Com exce\u00e7\u00e3o de Palocci, que na \u00e9poca das grava\u00e7\u00f5es estava em pris\u00e3o domiciliar por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro, todos eles gravaram a entrevista em uma sala na Faculdade de Arquitetura da USP.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Em um dos pontos altos do filme, o diretor confronta os entrevistados em rela\u00e7\u00e3o a quest\u00f5es que n\u00e3o eram pautadas pela Libelu, como racismo e machismo estrutural. Isso,\u00a0 ele acredita, deve-se a um &#8220;choque geracional entre a equipe de filmagem (relativamente jovem, nascida na democracia) e os entrevistados (mais velhos, que lutaram contra a ditadura)&#8221;.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Documentarista estreante, Di\u00f3genes Muniz considera a vit\u00f3ria no \u00c9 Tudo Verdade algo &#8220;inesperado&#8221;. Seu pr\u00f3ximo filme, o curta documental &#8220;Pivetta&#8221;, tem estreia prevista para o segundo semestre deste ano.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>&#8220;Libelu &#8211; Abaixo a ditadura&#8221; chegou ao circuito comercial de salas na semana passada em cidades como S\u00e3o Paulo, Bras\u00edlia e Rio de Janeiro, onde os cinemas est\u00e3o funcionando. Em virtude da pandemia, a estreia segue em modo virtual para atingir o p\u00fablico de outras localidades. Em 20 de julho, o document\u00e1rio ser\u00e1 exibido pelo Canal Brasil e, em agosto, pela GloboNews.<\/p>\n<div class=\"containerads\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Na \u00e9poca em que venceu o \u00c9 Tudo Verdade, o diretor concedeu a entrevista a seguir ao\u00a0<b>Estado de Minas<\/b>.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"attachment_13661\" style=\"width: 685px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ABAP-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13661\" class=\"size-full wp-image-13661\" src=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ABAP-2.jpg\" alt=\"\" width=\"675\" height=\"367\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-13661\" class=\"wp-caption-text\">Cumprindo pris\u00e3o domiciliar, o ex-ministro Antonio Palocci gravou entrevista em seu apartamento<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>&#8220;Libelu &#8211; Abaixo a ditadura&#8221; \u00e9 um document\u00e1rio formado basicamente por dois elementos: entrevistas e materiais de arquivo. Em qual contexto pol\u00edtico do Brasil essas duas etapas aconteceram? Esse contexto influenciou sua escolha por documentar esse tema?<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Diferentemente do que se possa imaginar, n\u00e3o come\u00e7amos a pesquisar ou a rodar esse filme por conta da elei\u00e7\u00e3o de Bolsonaro, que \u00e9 um defensor da ditadura militar e adorador confesso de torturadores. Come\u00e7amos a procurar informa\u00e7\u00f5es mais consistentes sobre a Libelu um pouco antes de 2015. As entrevistas foram feitas entre 2018 e 2019. O in\u00edcio do projeto data de antes da deposi\u00e7\u00e3o da Dilma e da pris\u00e3o do Lula, portanto. Uma das minhas primeiras surpresas foi ter encontrado registros f\u00edlmicos (como o curta &#8220;O apito da panela de press\u00e3o&#8221;) e relatos escritos em primeira pessoa (como o da poeta Ana Cristina Cesar) a respeito da onda de passeatas estudantis de 1977, que desafia o regime militar quando o AI-5 ainda vigia. Pensava em Junho de 2013, um tsunami que atravessa minha gera\u00e7\u00e3o de maneira bastante aguda, mas depois vi que s\u00e3o eventos diferentes \u2013 sobretudo no que vem a seguir.<\/p>\n<div class=\"containerads\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Como surgiu a ideia de documentar esse movimento? E por que agora?<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A resist\u00eancia ao regime militar da segunda metade dos anos 1970, ap\u00f3s a derrota da luta armada, n\u00e3o ganhou tanta aten\u00e7\u00e3o da narrativa hist\u00f3rica, sobretudo no audiovisual. Os eventos, quando muito, s\u00e3o apresentados de maneira desconectada. Por exemplo: \u00e9 comum para pessoas da minha idade ouvirem falar da invas\u00e3o da PUC, mas poucos sabem que essa \u00e9 uma resposta violenta do regime a um avan\u00e7o do Movimento Estudantil, um revide \u00e0 reorganiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos estudantes. Ent\u00e3o havia essa vontade de se debru\u00e7ar sobre uma personagem relevante desse per\u00edodo pouco explorado. A Liberdade e Luta, embora n\u00e3o fosse o grupo mais numeroso ou o que mais ganhava elei\u00e7\u00f5es, era o mais vocal e um dos mais radicais. Acabou virando um fen\u00f4meno (inclusive midi\u00e1tico) e gerando fasc\u00ednio entre seus pares do Movimento Estudantil &#8211; a ponto de o termo &#8220;libelu&#8221; surgir na boca de uma personagem de telenovela da Band, em 1979, como aparece no filme.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>O filme traz uma s\u00e9rie de registros hist\u00f3ricos bastante importantes para contextualizar o movimento e o per\u00edodo hist\u00f3rico em que ele nasceu. Como foi o processo de pesquisa para acessar esse material?<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Dividi a pesquisa com a assistente de dire\u00e7\u00e3o do filme, a jornalista Bianka Vieira. Fu\u00e7amos os arquivos p\u00fablicos de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro e o Centro de Documenta\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3ria da Unesp. Tamb\u00e9m acessamos acervos do Arquivo Nacional, do jornal \u201cO Trabalho\u201d e de jornais e revistas que circulavam na \u00e9poca (\u201cFolha\u201d, \u201cEstad\u00e3o\u201d, \u201cJornal da Rep\u00fablica\u201d, \u201cJornal da Tarde&#8221;, \u201cVeja\u201d, \u201cIsto\u00e9\u201d, etc). Levantamos documentos da repress\u00e3o que descreviam as movimenta\u00e7\u00f5es dentro do Movimento Estudantil e especificamente da Libelu. As imagens da \u00e9poca s\u00e3o da TV Cultura, da Band, TV Globo e Cinemateca Brasileira. A pe\u00e7a videogr\u00e1fica mais importante do filme, uma entrevista de Mino Carta com dois dirigentes da Libelu na TV Tupi em 1979, veio da Cinemateca.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>De certa forma, voc\u00ea confronta os entrevistados trazendo para eles algumas quest\u00f5es que, no passado, talvez n\u00e3o estivessem t\u00e3o em voga quanto hoje. A falta de negros e de lideran\u00e7as femininas na Libelu s\u00e3o exemplos disso. Por que voc\u00ea decidiu abordar isso no filme?<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Acho que isso faz parte tamb\u00e9m do choque geracional entre a equipe de filmagem (relativamente jovem, nascida na democracia) e os entrevistados (mais velhos, que lutaram contra a ditadura). Debates que para n\u00f3s est\u00e3o postos de maneira mais corrente, naquela \u00e9poca n\u00e3o circulavam tanto &#8211; como \u00e9 o caso do racismo e machismo estruturais. A USP sempre foi uma escola formadora de quadros de elite, com pouca diversidade racial. Isso s\u00f3 vai come\u00e7ar a ser enfrentado de frente a partir de medidas de repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, como as cotas, que s\u00e3o recent\u00edssimas.<\/p>\n<div class=\"containerads\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Qual \u00e9 o contexto do \u00e1udio em que Jos\u00e9 Genulino se d\u00e1 conta do racismo que sofreu a vida toda?<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Eu e o Jos\u00e9 Genulino acabamos ficando pr\u00f3ximos ap\u00f3s a grava\u00e7\u00e3o na FAU-USP. Troc\u00e1vamos e-mails sobre m\u00fasicas que poderiam encaixar na trilha sonora do filme e, \u00e0s vezes, ele me ligava com alguma lembran\u00e7a dos anos 1970. Depois da filmagem, percebi que ele n\u00e3o tinha conseguido dizer tudo o que gostaria e pedi autoriza\u00e7\u00e3o para gravar nossos papos por telefone. O registro que aparece no filme \u00e9 de uma liga\u00e7\u00e3o dele no Dia da Consci\u00eancia Negra. Hoje ele est\u00e1 vivendo na Bahia e continuamos com as sess\u00f5es telef\u00f4nicas. Acho que a vida dele daria um filme \u00e0 parte.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Um dos personagens do filme \u00e9 o ex-ministro Antonio Palocci, condenado \u00e0 pris\u00e3o domiciliar por corrup\u00e7\u00e3o e lavagem de dinheiro. Como foi o processo para conseguir gravar esse depoimento? Por que a escolha de colocar uma proje\u00e7\u00e3o dele em uma das salas da FAU, onde ocorreram as demais entrevistas?<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Palocci est\u00e1 sem dar entrevista j\u00e1 faz alguns anos, desde antes de ser preso. Demorei um bom tempo para conseguir oficializar o convite, para faz\u00ea-lo tomar conhecimento do projeto. Quando ele foi preso, continuei insistindo e mandei alguns arquivos e fotografias relacionados \u00e0 sua milit\u00e2ncia trotskista por correio. Mas s\u00f3 consegui conversar diretamente com ele por telefone depois da soltura. No in\u00edcio, Palocci n\u00e3o queria me receber pessoalmente, mas acabou topando que grav\u00e1ssemos no seu apartamento em S\u00e3o Paulo enquanto cumpria pris\u00e3o domiciliar. Como levamos todos entrevistados de volta ao campus da Cidade Universit\u00e1ria, no Butant\u00e3, pareceu l\u00f3gico que fiz\u00e9ssemos isso tamb\u00e9m com ele \u2013 por isso o projetamos na FAU.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>O filme \u00e9 a sua estreia como documentarista. Enquanto estreante, como voc\u00ea avalia o produto final? Ele est\u00e1 de acordo com o que voc\u00ea idealizou quando pensou, pela primeira vez, em fazer um filme? Quais foram os principais desafios da produ\u00e7\u00e3o? Voc\u00ea pretende se embrenhar nesse caminho de novo?<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Ter chegado at\u00e9 o fim do processo de dirigir um longa-metragem e ter conseguido exibi-lo num festival como o \u00c9 Tudo Verdade foi muito importante, at\u00e9 inesperado. N\u00e3o s\u00f3 para mim. Muitas das pessoas da pequena equipe do &#8220;Libelu&#8221; estavam estreando comigo ali, tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o originalmente do cinema. Passamos muito tempo duvidando da pot\u00eancia do document\u00e1rio, um filme de uma loca\u00e7\u00e3o s\u00f3, com muitas limita\u00e7\u00f5es de or\u00e7amento e um tema espinhoso protagonizado por gente mais acostumada a analisar do que a ser analisada. Tenho um outro filme pronto. Chama-se &#8220;Pivetta&#8221;. \u00c9 um curta-metragem sobre uma pris\u00e3o ocorrida na Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo de 2008 (aquela exposi\u00e7\u00e3o que ficou conhecida como &#8220;Bienal do Vazio&#8221;). Esse filme foi feito sem produtora e sem apoio nenhum, s\u00f3 na vontade de fazer mesmo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"attachment_13662\" style=\"width: 685px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ABAP-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13662\" class=\"wp-image-13662 size-full\" src=\"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ABAP-3.jpg\" alt=\"\" width=\"675\" height=\"405\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-13662\" class=\"wp-caption-text\">Reinaldo Azevedo e os demais entrevistados do filme tiveram seus depoimentos gravados na sede da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>\u201cLIBELU &#8211; ABAIXO A DITADURA\u201d<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u2022 Dire\u00e7\u00e3o: Di\u00f3genes Muniz<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u2022 90 minutos<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u2022 14 anos<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u2022 Dispon\u00edvel no NOW, Vivo Play, Oi Play, Google Play, iTunes, Apple TV e Youtube Filmes<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte &#8211;<\/strong> <strong><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/app\/noticia\/cultura\/2021\/05\/30\/interna_cultura,1271353\/documentario-sobre-grupo-de-resistencia-a-ditadura-chega-ao-streaming.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Estado de Minas<\/a><\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicado originalmente em 30\/05\/2021\u00a0 &#8216;Libelu &#8211; Abaixo a ditadura&#8217;, sobre vertente trotskista do movimento estudantil, venceu o festival \u00c9 Tudo Verdade no ano passado Vencedor da 25\u00aa edi\u00e7\u00e3o do festival \u00c9 Tudo Verdade, realizada entre setembro e outubro de 2020, o document\u00e1rio &#8220;Libelu &#8211; Abaixo a ditadura&#8221; chegou aos principais servi\u00e7os de TV sob demanda [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":13660,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13659"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13659"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13659\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13664,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13659\/revisions\/13664"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13659"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13659"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13659"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}