{"id":2026,"date":"2012-08-14T12:39:25","date_gmt":"2012-08-14T12:39:25","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/08\/14\/rio-teve-13-centros-de-tortura-3\/"},"modified":"2012-08-14T12:39:25","modified_gmt":"2012-08-14T12:39:25","slug":"rio-teve-13-centros-de-tortura-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2012\/08\/14\/rio-teve-13-centros-de-tortura-3\/","title":{"rendered":"Rio teve 13 centros de tortura"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; text-align: justify;\"><strong>Pesquisa da UFMG mapeou 82 c\u00e1rceres mantidos pela ditadura no Brasil<\/strong><\/p>\n<p style=\"color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; text-align: justify;\" \/>Dos 82 centros de tortura que funcionaram no regime militar no Brasil entre 1964 e 1985, 13 localizavam-se no Rio de Janeiro. O n\u00famero, que faz parte do mapa produzido por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sobre os endere\u00e7os da repress\u00e3o durante a ditadura militar, surpreendeu a coordenadora do projeto, a professora Helo\u00edsa Starling. Embora n\u00e3o esperasse uma quantidade t\u00e3o grande, ela deduz que o n\u00famero pode estar ligado \u00e0 forte presen\u00e7a de organiza\u00e7\u00f5es de esquerda no estado e ao entendimento de que a cidade era a porta de entrada do pa\u00eds.  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; text-align: justify;\">&#8211; Foi no Rio que aconteceram o sequestro do embaixador americano e o roubo ao cofre de Ademar de Barros &#8211; explicou a professora.<\/p>\n<p style=\"color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; text-align: justify;\">A pesquisa, desenvolvida no projeto Rep\u00fablica do N\u00facleo de Pesquisa, Documenta\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3ria da UFMG, ser\u00e1 apresentada amanh\u00e3 em evento promovido pela Comiss\u00e3o Nacional da Verdade na sede da OAB-RJ. Ao lado de S\u00e3o Paulo e Pernambuco, o Rio est\u00e1 entre os tr\u00eas estados com a maior incid\u00eancia de centros de tortura do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; text-align: justify;\">O n\u00famero elevado de c\u00e1rceres paulistas era esperado, mas no caso das unidades pernambucanas, o projeto sup\u00f5e que o regime priorizou um estado irradiador de a\u00e7\u00f5es de esquerda para o resto do Nordeste, al\u00e9m de ter sido cen\u00e1rio do atentado ao Aeroporto de Guararapes e de queimas de canaviais.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa da UFMG mapeou 82 c\u00e1rceres mantidos pela ditadura no Brasil Dos 82 centros de tortura que funcionaram no regime militar no Brasil entre 1964 e 1985, 13 localizavam-se no Rio de Janeiro. O n\u00famero, que faz parte do mapa produzido por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sobre os endere\u00e7os da repress\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2026"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2026"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2026\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2026"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2026"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2026"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}