{"id":8774,"date":"2016-12-12T14:54:19","date_gmt":"2016-12-12T14:54:19","guid":{"rendered":"http:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/?p=8774"},"modified":"2016-12-12T14:54:19","modified_gmt":"2016-12-12T14:54:19","slug":"maior-acervo-online-sobre-ditadura-brasileira-e-relancado-em-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anistiapolitica.org.br\/abap3\/2016\/12\/12\/maior-acervo-online-sobre-ditadura-brasileira-e-relancado-em-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Maior acervo online sobre ditadura brasileira \u00e9 relan\u00e7ado em S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O portal Mem\u00f3rias da Ditadura, o maior acervo <em>online <\/em>sobre a hist\u00f3ria da ditadura no Brasil, de 1964 a 1985, foi relan\u00e7ado hoje (10) na capital paulista. A partir de agora, o<em> site<\/em> passa a contar tamb\u00e9m com dados e informa\u00e7\u00f5es da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade (CNV). O portal, desenvolvido pelo Instituto Vladimir Herzog, tem acesso gratuito e todo o conte\u00fado \u00e9 de\u00a0dom\u00ednio p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 um portal que traz a hist\u00f3ria da \u00e9poca da ditadura, e a maneira que ele \u00e9 constru\u00eddo \u00e9 para tentar fazer uma conex\u00e3o do passado com o presente. At\u00e9 porque v\u00e1rios temas daquela \u00e9poca est\u00e3o voltando agora\u201d, disse o diretor executivo do Instituto Vladirmir Herzog, Ivo Herzog.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os novos temas presentes, est\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 tortura, a reforma na pol\u00edcia, na seguran\u00e7a p\u00fablica, e no sistema prisional. Tamb\u00e9m t\u00eam assuntos espec\u00edficos, como as mulheres, os ind\u00edgenas e a comunidade LGBT.\u00a0O <em>site<\/em> passou a contar ainda com uma \u00e1rea exclusiva sobre a educa\u00e7\u00e3o na ditadura, que est\u00e1 dividida em quatro partes: educa\u00e7\u00e3o pr\u00e9 golpe; educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica na ditadura; universidades e ditadura; e mercado editorial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O portal, que hoje conta com mais de 1 milh\u00e3o de caracteres, havia sido lan\u00e7ado originalmente no fim de 2014, quando a Comiss\u00e3o Nacional da Verdade ainda n\u00e3o tinha encerrado os trabalhos e produzido os relat\u00f3rios finais. \u201cA gente trouxe agora, essa \u00e1rea nova da CNV, mas tamb\u00e9m as v\u00e1rias comiss\u00f5es estaduais e municipais, e as de fora do pa\u00eds, para que as pessoas entendam o tema, o que \u00e9 uma comiss\u00e3o da verdade, qual o papel dela\u201d, afirmou Herzog.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O<em> site<\/em>, que atualmente chega a registrar picos de cerca de 20 mil acessos di\u00e1rios, tem\u00a0mais de mil itens (<em>posts<\/em>) publicados, com centenas de imagens, centenas de v\u00eddeos e mais de 1 milh\u00e3o de caracteres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO foco \u00e9 um foco educacional, \u00e9 um foco de forma\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de ser uma grande base de consulta, a gente tem \u00e1reas com propostas de atividades para educadores. A gente tenta dar direcionamento para como usar esse material dentro da sala de aula\u201d, destacou o diretor executivo do instituto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O novo portal pode ser acessado em\u00a0<a href=\"http:\/\/www.memoriasdaditadura.org\/\">www.memoriasdaditadura.org<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte &#8211; EBC<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O portal Mem\u00f3rias da Ditadura, o maior acervo online sobre a hist\u00f3ria da ditadura no Brasil, de 1964 a 1985, foi relan\u00e7ado hoje (10) na capital paulista. A partir de agora, o site passa a contar tamb\u00e9m com dados e informa\u00e7\u00f5es da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade (CNV). 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