Reunião traça estratégias para receber Caravana Nacional de Anistia

Na manhã desta quinta-feira (03/05), aconteceu, na sala de reuniões da Secretaria do Gabinete do Governador, no Palácio da Abolição, reunião preparatória para definição de estratégias visando acolher a Caravana da Comissão Nacional de Anistia, que estará em Fortaleza, entre os dias 3 e 4 de agosto.

A promoção é da Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça, em articulação local com a Coordenadoria Especial de Políticas Públicas dos Direitos Humanos do Governo do Estado (COPDH) e parceria institucional com outros órgãos públicos, estaduais e municipais, e entidades da sociedade civil.

Será a segunda vez que a Caravana da Comissão Nacional de Anistia virá ao Ceará, a primeira foi em 2009. Nesta edição, além dos julgamentos de processos de perseguidos políticos cearenses do período da ditadura militar, haverá mobilização mais ampla da sociedade civil, através de série de eventos relacionados ao tema da memória, verdade e justiça. Estão sendo programados debates, exposições e apresentação de cinemas e peças teatrais.

A articulação local da COPDH conta com a parceria das Comissões de Direitos Humanos da Assembleia e da Câmara, da Secretaria de Direitos Humanos do Município (SDH-FOR), da Secretaria Estadual da Justiça, das secretarias estaduais e municipais de cultura e educação, do Comitê Estadual Memória, Verdade e Justiça,  da Associação 64/68-Anistia, do Instituto Frei Tito, dentre outros órgãos  públicos, universidades e entidades da sociedade civil.

A progamação completa dos dois dias de evento será divulgada ao público tão logo seja definida. De início já se sabe que as sessões solenes ocorrerão na Assembleia Legislativa e na Câmara Municipal de Fortaleza. O Secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, e o conselheiro da Comissão Nacional de Anistia, Mário Albuquerque, confirmaram presença.

Participaram do encontro desta manhã, Marcelo Uchôa e Joatan Freitas (COPDH), Demitri Cruz e Patrícia Campos (SDH-FOR), Messias Pontes (Associação 64-68-Anistia), Lúcia Alencar (Instituto Frei Tito).

 

 

FONTE: ASCOM / COPDH

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