Guerrilha do Araguaia: quem tem razão?

Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia

Se você quer saber, a história do Brasil que ainda não foi contada sobre como foram exterminados e onde estão os guerrilheiros do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) mortos e desaparecidos, bem como os militares que morreram na Guerrilha do Araguaia, defendendo este “regime democrático” que hoje existe no Brasil. Leiam, como eu estou fazendo, os livros Bacaba I e Bacaba II – Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia. O autor desse livro é o segundo tenente da reserva do Exército Brasileiro, José Vargas Jimenez, cadastrado no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), que vivenciou e participou da última fase da Guerrilha do Araguaia, no Sul do Pará, entre as Forças Armadas do Brasil e os guerrilheiros da Força Guerrilheira do Araguaia, que queriam impor à força o regime Comunista no Brasil, como fizeram em Cuba, China e na Rússia.

Os fatos relatados são ilustrados com documentos confidenciais e secretos do Centro de Informações do Exército, para provar a autenticidade da realidade vivida pelo tenente Vargas, à época sargento, que elucidam como se desenvolveu esta Guerrilha, desde seu planejamento pelo PCdoB, até o final, quando foram derrotados pelas Forças Armadas do Brasil. Contém também fotos dos guerrilheiros e militares que morreram nessa operação, como guerrilheiros capturados vivos pelo autor, que hoje constam como “desaparecidos” no Araguaia.

Os livros poderão ser adquiridos pelos e-mails:jimenez.josevargas@gmail.comchico.dolar@hotmail.comchicodolar60@yahoo.com.br , ou ainda pelo telefone 67-3365-6844 – CAMPO GRANDE-MS. É uma obra interessante e que deve ser lida, no momento em que existe uma movimentação da esquerda brasileira para punir os militares que participaram do Regime de 64, que por sinal foi uma salvação para o Brasil, já que estávamos caminhando para um regime comunista; era desejo da esquerda, a mesma que está no poder, implantar uma ditadura nos moldes de Cuba e da China.

Tenente do Exército dá sua versão sobre a luta armada no sul do Pará,entre as Forças Armadas e comunistas.

BRASÍLIA, 23 de março de 2012 – Onde estão os guerrilheiros do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) mortos e desaparecidos, bem como os militares que morreram na Guerrilha do Araguaia? Dar a resposta é o que promete o livro Bacaba – Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia, de José Vargas Jiménez (136 páginas, R$ 30), segundo tenente da reserva do Exército, cadastrado no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), como Guerreiro de Selva número 702, que vivenciou e participou da última fase da Guerra de Guerrilha do Araguaia, no Sul do Pará, entre as Forças Armadas e guerrilheiros da Força Guerilheira do Araguaia (Fogueira), do PCdoB, que queriam instalar no Brasil uma ditadura comunista.

Os fatos relatados no livro são ilustrados com documentos confidenciais e secretos do Centro de Informações do Exército (CIE), para provar a autenticidade da realidade vivida pelo autor, à época sargento, que conta, sob sua ótica, como se desenvolveu a Guerrilha do Araguaia, desde seu planejamento pelo PCdoB (1968-1972), até o final, quando os guerrilheiros foram exterminados pelas Forças Armadas. O livro contém fotos dos guerrilheiros e militares que morreram em operação, bem como de guerrilheiro capturado, “vivo”, pelo autor, e que hoje consta como “desaparecido” no Araguaia.

“Se quiserem saber muito mais a respeito da grande repercussão no Brasil deste meu livro, acessem o site:www.google.com.br e pesquisem o seguinte: Livro Bacaba, depois Chico dólar e depois José Vargas Jiménez. Verão que para uns brasileiros sou torturador e assassino porque lutei contra os terroristas/comunistas do PCdoB, que queriam impor o regime comunista no Brasil, e para outros sou herói, corajoso, valente, doido, maluco, por estar peitando esses ministros que estão no poder e que querem acabar com a Lei da Anistia, e que criaram a “Comissão da Verdade”. Deixo a seus critérios este pedido para que me ajudem a divulgar o meu livro” – pede o tenente Vargas.

 

SERVIÇO

Bacaba – Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia pode ser adquirido autografado e com frete pelos Correios pago, pelos e-mails:

jimenez.josevargas@gmail.com

chico.dolar@hotmail.com

chicodolar60@yahoo.com.br

Ou pelo telefone residencial: (67) 3365-6844/Campo Grande-MS

Sebastião Curió e Carlos Eugênio da Paz – as diferenças entre o militar do Exército e o militante da esquerda talvez sejam meramente ideológicas. Ambos agiram com crueldade

 

O coronel Curió da esquerda

 

GOIÂNIA, editorial do Jornal Opção, edição de 18 a 24 de março de 2012 -A ONU e o Ministério Público Federal deveriam ler os livros do ex-guerrilheiro Carlos Eugênio da Paz. O último comandante da ALN revela que, como líder de um Estado paralelo, executou friamente um capitão do Exército e um esquerdista que cometeu o crime de revelar que queria deixar a luta armada.

Com algum alarde, mas sem que a mídia explorasse suficientemente suas caudalosas revelações, as editoras Civilização Brasileira e Bertrand Brasil publicaram dois livros histórica e humanamente honestos em 1996 e 1997. Viagem à Luta Armada (225 páginas) e Nas Trilhas da ALN (206 páginas) são memórias romanceadas do último comandante militar da Ação Libertadora Nacional, Carlos Eugênio Sarmento Coêlho da Paz. Na guerrilha, era mais conhecido como comandante Clemente e Clamart. O ex-guerrilheiro promete fechar a trilogia autobiográfica com A Grande Noite Escura— com foco no exílio e na volta ao Brasil, depois da Lei da Anistia do governo João Figueiredo. Hoje, Carlos Eugênio sobrevive como músico no Rio de Janeiro e é um cidadão pacífico e cumpridor das leis do país. Na guerrilha contra os militares, com o objetivo de derrubar a ditadura civil-militar e implantar a ditadura do proletariado, era um homem duro, inflexível. Sua lógica, plausível: era uma questão de sobrevivência.

No livro Nas Trilhas da ALN, na página 160, Carlos Eugênio conta a história da execução de um capitão do serviço reservado do Exército, que estava tentando se infiltrar na guerrilha. Descoberto, o capitão disse ao comandante Clemente: “O que vai fazer?… todos os órgãos de repressão querem sua cabeça, não adianta nada me matar. Palhares vai mandar outros…”. O líder guerrilheiro redarguiu: “Sei disso, mas são nossas leis… você foi condenado à morte por infiltração na Ação Libertadora Nacional…”. Carlos Eugênio relata a execução do capitão — desarmado e, naquele momento, inofensivo — com objetividade, e sem tergiversar: “Ele se cala diante do inevitável, apontamos as pistolas e executamos a sentença. Descarregamos as armas no capitão, trocamos os pentes e batemos em retirada. Sete homens jogam as cartas da vez no jogo da sobrevivência e vencem a mão”.

A execução ocorreu em São Paulo. Ao leitor cabe reter que o comandante Clemente fala em “nossas leis” e “sentença”. Havia, pois, a noção de um Estado paralelo — com leis específicas e uma espécie de poder judiciário guerrilheiro-justiceiro. Os agentes da esquerda tinham mesmo que “assassinar” o capitão — usa-se aspas para ressalvar que, no entendimento dos esquerdistas, não se tratava de um assassinato, e sim de uma execução definida por uma suprema corte da ALN — ou poderiam tê-lo deixado “amarrado” em algum lugar e, assim, escaparem tranquilamente? Como “não” estavam cometendo um “crime”, porque estavam em conflito, numa guerra entre dois Estados, o da ditadura e o da guerrilha, Clemente avalia que o “julgamento” e a execução foram justos. Entre os executantes, revela Clemente, estava Tato, o goiano Paulo de Tarso Celestino. Paulo de Tarso foi preso “em julho de 1971 e torturado até a morte”.

No livro Viagem à Luta Armada, Carlos Eugênio conta uma das histórias mais excruciantes da guerrilha urbana. Clemente faz um relato objetivo, sem tergiversação, como se fosse um longo depoimento judicial ou estivesse elaborando e divulgando um documento histórico. Com crueza, narra o “julgamento” e a execução — assassinato, se visto de outro ponto de vista — do guerrilheiro Márcio Leite de Toledo. As informações estão nas páginas 202, 203, 204, 205 e 222 e, se puder, o leitor deveria consultá-las. Márcio era conhecido na guerrilha como Mário.

Carlos Eugênio diz que Mário/Márcio era um guerrilheiro exemplar e atirava bem. Mas um dia, ao roubar um carro, Mário, que estava com uma metralhadora, não conseguiu dispará-la e saiu correndo, abandonando os companheiros “à própria sorte”. “Vacilou pela segunda vez, não pode haver uma terceira, está fora de ação, vamos pensar o que fazer, talvez seja melhor que saia do país, assim terá condições de escolher o melhor para o seu futuro”, decidiu o exigente e competente comandante Clemente. Ao ser confrontado com a oportunidade de sair do país, Mário/Márcio teria desafiado o comando: “Eu não vacilei, foi uma escolha, era melhor não combater…”.

Num primeiro momento, o comandante Clemente decidiu que Mário/Márcio ficaria afastado, com a possibilidade de ser reintegrado aos poucos, depois de uma autocrítica, ou sair para o exterior, que, na época, significava quase sempre Cuba. O guerrilheiro Célio, que havia sido indicado como tutor ou vigia do jovem guerrilheiro, avisa ao líder Clemente que Mário/Márcio pretendia “se desligar da organização”, acusando os companheiros de “isolá-lo por motivos políticos, diz que não reconhece o vacilo, não tem motivos para sair do país e vai procurar uma organização que o queira”.

Clemente, um líder em guerra, fica preocupado: “Urge tomar uma decisão a respeito, o companheiro conhece esquemas, pode nos prejudicar seriamente, fugiu quando Diogo (Joaquim Câmara Ferreira, líder da ALN, abaixo apenas de Carlos Marighella) caiu e repetiu a dose em ação. Para se desligar, deve aceitar nossas exigências e viajar, é a maneira correta. Ele nega, mas sabemos que está abalado pelas dificuldades da luta, que é bem diferente de um treinamento em Cuba. Caindo com o estado de ânimo que apresenta e sem controle direto nosso, seria uma catástrofe”.

Numa reunião com Célio (o ex-sargento José Milton Barbosa), Hermes (Antônio Sérgio de Matos) e Marcela (Ana Maria Nacinovic), o comandante Clemente transmite o que chama de “decisão fatal”: “Vamos executar Mário… ele é um perigo para a organização, está vacilando e não admite sair do país, escondendo suas fraquezas atrás de supostas divergências políticas. (…) É uma ação de sobrevivência, não nos trará glórias, nem conseguiremos jamais saber se foi ou não acertada, simplesmente os tempos exigem…”.

Antônio Sérgio de Matos e Ana Maria Nacinovic apoiaram a decisão do comandante Clemente. José Milton Barbosa concordou, mas se recusou a participar da execução. “Um comando é designado, os componentes fazem pacto de silêncio, o ato mais polêmico da história da ALN é cometido.” Márcio é julgado e condenado por Clemente e executado pelo comandante da ALN e outros guerrilheiros. Sua culpa: queria sair da guerrilha, mas não havia dedurado nenhum de seus companheiros. Foi morto, por um “tribunal militar”, sem ter qualquer direito a defesa e sem ter cometido qualquer crime. O tribunal guerrilheiro avaliou que “poderia” cometer um crime — dedurar os combatentes em caso de prisão.

Numa avaliação posterior, publicada no livro citado, Carlos Eugênio mostra que, sim, sente profunda culpa pela injustiça cometida: “Foi terrível… hoje não me interessa se tínhamos ou não razão, quero falar, contar… ajudar a que nunca mais um agrupamento de seres humanos tenha direito a tal escolha… já posso me encarar, não importa que outros não assumam comigo, prometi a Felipe (Alex de Paula Xavier Pereira) prestar contas à História… Mário não pode passar por traidor, e os companheiros que tomaram a decisão e executaram a sentença não podem ser conhecidos como frios assassinos políticos que matavam para tomar o poder na organização”. Adiante, Carlos Eugênio diz: “Não assumirei o papel de vítima, fomos combatentes de uma causa justa”. A causa pode ter sido justa, do ponto de vista da esquerda, mas o assassinato, e suposto julgamento, de Márcio Leite de Toledo, um garoto de pouco mais de 20 anos, foram justos? Ele sequer era, admite Carlos Eugênio, “traidor”.

Apesar da confissão de que, junto com outros companheiros, matou um capitão do Exército e um militante da esquerda, Mário Leite de Toledo, Carlos Eugênio nunca foi chamado para depor, para se explicar. Parte-se do pressuposto de que o Estado, ao acionar militares das Forças Armadas e policiais civis, cometeu um crime contra os guerrilheiros. É óbvio que, nos (e fora dos) porões da ditadura, ocorreram atos bárbaros, mas, se aceitarmos a versão de Carlos Eugênio, teremos de aceitar a versão de policiais, como o falecido delegado Sérgio Paranhos Fleury, e de militares, como o coronel Sebastião “Curió” Rodrigues de Moura, de que estavam “apenas” defendendo a Pátria, a soberania do país, ao combater, torturar e matar guerrilheiros. É absolutamente inaceitável o que Curió fez no cenário da Guerrilha do Araguaia, torturando e executando pessoas indefesas, que, manietadas, não ofereciam qualquer perigo aos militares e ao país.

Detidas, não fariam mais guerrilha. Bastava, portanto, encaminhá-las para presídios e, depois, julgá-las. A chamada Operação Limpeza foi de uma brutalidade ímpar — sugerindo um sadismo oficial —, e absolutamente desnecessária.

O Ministério Público Federal denunciou à Justiça o coronel Curió pelo crime de “sequestro qualificado” de cinco esquerdistas que participaram da Guerrilha do Araguaia (1972-1975) — Maria Célia Corrêa (Rosinha), Hélio Luiz Navarro Magalhães (Edinho — suspeita-se que esteja vivo), Daniel Ribeiro Callado (Doca), Antônio de Pádua Costa (Piauí) e Telma Regina Corrêa (Lia). Apesar das investigações, os corpos das vítimas não foram localizados. A Organização das Nações Unidas pediu ao Supremo Tribunal Federal que acate a denúncia do MPF. A ONU diz que se trata do “primeiro passo crucial para lutar contra a impunidade que permeia o período do regime militar no Brasil”.

Concedamos: dizer que Carlos Eugênio é o Curió da esquerda talvez seja mesmo exagero, mas, por aquilo que conta em seus livros, denota-se que avaliava-se praticamente como chefe de um Estado guerrilheiro, com leis próprias e direito de tirar a vida de aliados, ex-aliados e adversários-inimigos políticos e militares. A guerrilha era uma espécie de Estado dentro do Estado e contra o Estado. Os procuradores da República e os funcionários e dirigentes da ONU deveriam ler, cuidadosa e seriamente, o relato de Carlos Eugênio. Poderão colher informações que, de algum modo, sinalizem para um coronel Curió nas esquerdas. O próprio Carlos Eugênio admite que, no caso de Márcio Leite de Toledo, a ALN cometeu um “erro”, ou seja, foi responsável por um crime bárbaro, sem nenhuma razoabilidade.

O Jornal Opção é contra a tortura — seja cometida por esquerdistas ou direitistas. Avalia-a como um crime inominável — mesmo que se considere que chumbo trocado não dói e que se estava, entre 1968 e 1975, em guerra (estar em guerra não significa abolir o mínimo de civilidade e respeito às leis). Sugere, apenas, que a violência ocorreu dos dois lados, porque se estava numa guerra, e que não se deve investigar tão somente os militares. Houve abusos dos dois lados — o dos militares e policiais aparecendo mais porque seus efetivos eram maiores e seus armamentos mais potentes.

Agora mesmo, estão falando em rever a Lei de Anistia e exatamente no momento em que a Comissão da Verdade mais precisa de aliados para colher depoimentos e documentos sobre a violência política. Historiadores e jornalistas sabem, por experiência própria, que grande parte dos documentos, especialmente os que envolveram as Forças Armadas e os guerrilheiros, não está guardada nas gavetas, armários e computadores militares. Vários documentos foram levados para casa por generais, coronéis, majores, capitães, entre outros. No caso de um diálogo sem vingança, é possível que vários documentos apareçam. O próprio coronel Curió, que está sendo biografado pelo jornalista Leonencio Nossa, de O Estado de S. Paulo, pode refluir e não liberar sua documentação sobre a Guerrilha do Araguaia.

Há, por fim, os chamados documentos orais (depoimentos), igualmente valiosos, sobretudo quando escasseiam documentos oficiais escritos. Alguns militares, especialmente aqueles que não tiveram participação direta na violência contra os guerrilheiros, poderiam falar — se o clima não fosse de caça às bruxas. No entanto, quando se fala que o produto da Comissão da Verdade pode ser usado para punir e até para rever a Lei da Anistia, poucos militares, mesmo os não envolvidos com os porões da ditadura civil-militar, podem silenciar-se. O Jornal Opção tem insistido que a história verdadeira do pós-1964 só poderá ser contada se se aceitar que é impossível construir uma história oficial, e com o objetivo mais de punir do que de esclarecer. Não somos contra punições, notadamente para sádicos, como Curió e Sérgio Fleury. Mas iluminar, antes de penalizar, talvez seja mais eficaz.

A história exime-se das verdades absolutas e, para se tornar mais objetiva e, talvez, completa, precisa conter as versões essenciais dos episódios. Com o tempo, com várias pesquisas e interpretações, são os historiadores, e não os governos, ou os militares e os ex-guerrilheiros, que vão estabelecer uma história, digamos, mais aceitável (nunca é inteiramente) para todos. A objetividade total é uma impossibilidade, mas os historiadores buscam uma objetividade possível, descortinando versões e buscando definir os fatos como ocorreram. Historiadores da esquerda, como Jacob Gorender e Luís Mir, têm publicado trabalhos consistentes sobre a guerrilha. Apesar dos arroubos de Gorender, que chama os militares de “milicos”, seu livro Combate nas Trevas, sobre a ação da esquerda no pós-64, é um clássico que tem sido confirmado por livros mais recentes. Os livros do historiador Carlos Fico e do jornalista Elio Gaspari são uma espécie de comissão da verdade não-oficial — tal o volume de informações relevantes, que, somadas com outros trabalhos (universidades e jornalistas, como Luiz Maklouf e Hugo Studart, têm feito um trabalho meritório), resultarão numa história mais próxima da verdade e menos infensa à partidarização.

A direita tenta impor sua verdade, o que não é ruim, e a esquerda tenta impor sua verdade, o que também não é ruim. Quanto mais as duas se revelam, apresentando suas versões, mais contribuem para o debate e, assim, para a construção de uma história geral. Entretanto, o mais importante é que aceitem que é do choque dessas verdades que os historiadores vão extrair uma história mais aceitável para a sociedade. A história de todos não é de ninguém em especial. É, como se disse, de todos. Mas as histórias que mais compreendem do que condenam — ainda que torturadores e assassinos, que matavam fora de combate, devam mesmo ser julgados pelo Judiciário (um juiz diz que os crimes estão prescritos, mas o Ministério Público Federal contesta, apontando a questão dos sequestros) — são as que têm utilidade para firmar um país sério e democrático.

Postado por RAY CUNHA às 14:00

Tenente JOSÉ VARGAS JIMÉNEZ, (CHICO DÓLAR), autor dos livros BACABA que narram a verdadeira História da Guerrilha do Araguaia da qual ele participou, junto com o Cel CURIÓ e Cel LÍCIO MACIEL, contra os guerrilheiros do Partido Comunista do Brasil (PC do B ) que foram treinados na CHINA e em CUBA.

E agora que estes Comunistas estão no poder, querem mudar a História do BRASIL, dizendo que lutaram contra nós militares para impôr a DEMOCRACIA, eles queriam impôr, o COMUNISMO (DITADURA DO PROLETARIADO) e também, tentaram acabar com a LEI DA ANISTIA, não conseguiram, e agora criaram a COMISSÃO DA VERDADE (que é da MENTIRA)

 

BIOGRAFIA DO VERDADEIRO COMBATENTE DA GUERRILHA DO ARAGUAIA

 

Essa biografia deveria ser enviada ao Sílvio Santos, para que incluísse esse “verdadeiro combatente do Araguaia” no elenco da Telementira “Amor e Revolução”, que passa no SBT com o pseudônimo de NOVELA, a fim de que algo de verdadeiro entrasse em cena naquele “Teatro dos Horrores”, “obra prima” do redundante e desinformado Tiago Santiago. Abçs. Lino Tavares.

 

– BIOGRAFIA: José Vargas Jiménez (Chico Dólar), nasceu em 11 de maio de 1948, em Corumbá-MS, incorporou ao Exército Brasileiro no 17º Batalhão de Caçadores no ano de 1967 e solicitou sua transferência para a Reserva Remunerada em 30 de novembro de 1994, como 2º Tenente do QAO, com 46 anos.

Em 1973, fez o Curso CE-17 – Guerra na Selva, no Centro de Operações na Selva e Ações de Comando (COSAC), hoje Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), concluindo como Guerreiro de Selva Nº 702, que o qualificou, técnica, física e psicologicamente para as operações de combate à guerra de guerrilha na selva.

Após a conclusão deste curso participou da Guerrilha do Araguaia, durante a fase que exterminou os guerrilheiros da FOGUERA, do PC do B, atuando na base de Operações em Bacaba, localizada no Km 68 da rodovia Transamazônica em Marabá-PA.

Em 1981 concluiu o Curso C2-Operações, na Escola Nacional de Informações (EsNI) em Brasília-DF, passando desde então, até a sua transferência para a reserva em 1994, a trabalhar no Serviço de Inteligência do Exército (CIE).

Foi condecorado pelo Exército Brasileiro, por bons serviços prestados à Pátria, principalmente na Amazônia e na Guerrilha do Araguaia, com as seguintes medalhas militares:

– Bronze, 10 anos de bons serviços prestados;

– Prata, 20 anos de bons serviços prestados;

– Serviço Amazônico, mais de 10 anos servindo na Amazônia;

– Pacificador Com Palma de Ouro, com risco da própria vida, por atos pessoais de abnegação, coragem e bravura. Especialmente por ter participado ativamente da Guerrilha do Araguaia e ter capturado “Vivo”, o guerrilheiro Antônio Pádua Costa (Piauí), que hoje consta como “Desaparecido”.

Possui curso técnico redator e curso superior, é Bacharel em Direito “Ciências Jurídicas”, formado em 1992 pelas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso (FUCMT), hoje Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande-MS.

Hoje é escritor, lançou em Outubro de 2007 o livro BACABA – Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia e em Junho de 2011 o segundo livro BACABA II – Toda a Verdade sobre a Guerrilha do Araguaia e a Revolução de 1964 .Ninguém me patrocina, paga tudo sozinho.

– Fui elogiado pelo EXÉRCITO BRASILEIRO por ter participado da Guerrilha do Araguaia:

“ELOGIO DE OFICIAL – Após a conclusão do Curso de Guerreiro de Selva, o Sgt VARGAS é designado em missão especial para combater os traidores da Pátria que ameaçavam a Democracia Brasileira em Marabá-PA. Com arrojo denodo e bravura, honrou seu juramento de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria, sendo elogiado por seus chefes da época, pela sua lealdade, empenho, coragem e dedicação”.

“No 52º Batalhão de Infantaria de Selva em Marabá-PA, novamente é conclamado a defender a Pátria contra os inimigos da Democracia em Xambioá-GO, tendo mais uma vez se destacado por sua bravura inata”

 

ELOGIOS/COMENTÁRIOS dos meus Chefes e companheiros com os quais participei na Guerrilha do Araguaia e outros:

a. Coronel Pedro de AZEVEDO Carioca:

“As ações do Sgt VARGAS sob meu comando, sempre foram coroadas com êxito, pois sendo homem destemido, corajoso e arrojado, transmitia confiança aos seus homens, facilitando resultados positivos obtidos, ressalte-se sempre ser o primeiro a apresentar-se quando aparecia qualquer missão.

b. Coronel QEMA MIRACIS Rogério Flores:

“A atuação do Sgt VARGAS sob meu comando, foi decisiva para o cumprimento das missões. A simples presença na área naquela época constituía iminente risco de vida em virtude dos guerrilheiros estarem infiltrados na população e a qualquer momento podia se receber um tiro deles. Ele participou de muitas outras missões com abnegação, coragem e bravura, já que as equipes ficavam por pouco tempo na Base de Bacaba. Todas as missões envolviam risco de vida, pois eram de captura e destruição de terroristas armados, conhecedores do terreno e detentores do fator surpresa”.

c. Capitão ELIZEU Figueiredo de Carvalho:

“Meu companheiro na Guerrilha Sgt VARGAS, em Outubro de 1973 quando servia na Colônia Militar do Oiapoque, voluntariamente se apresentou como Comandante de um Grupo de Combate para combater as Forças Guerrilheiras do Araguaia. Por constituirmos um efetivo descaracterizado, o nominado adotou o codinome de Chico Dólar. Ele participou de muitas missões com alto risco de vida dando sobejas mostras de bravura, éramos militares voluntários, descaracterizados, especializados em operações na selva, antecipadamente sabedores do alto risco de vida que corríamos por defender a Pátria e manter a Democracia no Brasil”.

d. Sargentos José ALBÉRICO da Silva, Paulo Eduardo do Carmo CUNHA e Cabo Marcelino NOBRE de Oliveira:

“O nosso comandante e companheiro Sgt VARGAS, foi apontado como um combatente que usufruía da confiança de seus subordinados como chefe de equipe, pela sua capacidade profissional e moral. Adquirindo a confiança dos mateiros-guias, tornou-se profundo conhecedor da região,preparando emboscadas e transmitindo seus conhecimentos aos demais companheiros. Ele integrou as equipes de Busca e Apreensão e de resgate, foi emboscado pela equipe da guerrilheira “DINA”, que posteriormente presa e interrogada, declarou ter desistido da emboscada naquela ocasião, em face da segurança e maior potência de fogo do Grupo de Combate de Chico Dólar. Todos afirmaram que o simples fato de lá estarem voluntariamente combatendo um foco de Guerrilha Rural em área hostil e desconhecida, já evidenciava a abnegação e coragem com constante risco de vida”.

e. Coronel Aurélio da Silva BOLZE: “O Sgt VARGAS participou de um confronto armado e luta corporal o que resultou nas prisões dos guerrilheiros “PIAUÍ” e “ZEZINHO”, além de ter participado de outras operações todas coroadas com êxito. O risco de vida das missões eram constantes, tendo em vista a própria natureza

das operações de Contra-Guerrilha, contra elementos descaracterizados,armados e conhecedores da região. Nas missões que participou teve evidências de abnegação, coragem e bravura, com risco da própria vida.

f. Coronel WILSON:

“Tive o privilégio de conhecer e trabalhar com esse cara. E afirmo com a maior das convicções que ele é muito mais do que isso que está em seu currículo. O mesmo está sendo muito modesto. Valeu, meu caro Chico, são homens como você que nos dá razão para não irmos emboraainda desse país sem-vergonha chamado Brazil (com “z” mesmo).

Charles De Gaulle que tinha razão ao afirmar que “esse país não é sério”. Wilson de Jesus Machado Miranda. Ten Cel R/1. Advogado – OAB/MS 8.660 Professor Mestre e Coordenador Adjunto dos Cursos de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e Logística da Universidade ANHANGUERA-UNIDERP.

g. Ten Cel RENATO TORRES escreveu:

Caro Cmb Slv Ten Vargas. Gostaria de parabenizá-lo pelo seu livro “Bacaba II” e pela sua coragem em editá-lo. Acabei de ler o seu livro e achei bastante interessante, principalmente a tentativa dos “Congressistas melancias” em tentar intimidá-lo através do medo e do constrangimento. Porém, eles não esperavam em encontrar um autêntico guerreiro, forjado pelo fogo da batalha, firme e convicto nos verdadeiros valores éticos e morais que norteiam a vida de todos os

homens de bem.Também foi muito bem colocado os informativos das FOGUERA (Forças Guerrilheiras do Araguaia), onde eles demonstram que fazem uso da guerra psicológica,

fazendo uso da mentira, a fim de convencer a população que as forças legais eram inferiores em força que a guerrilha, e que as FFAA cometiam atrocidades contra o povo daquela região (uso da desinformação). Acho que seria de grande interesse um ciclo de palestras (através de um blog, DVD, webcast ou o que for possível – Exemplo: não sei se já viu o filme “The Soviet Story”. Um documentário realizado pelo Parlamento Europeu contra o comunismo => procure no Google. Se precisar, já tenho o filme já baixado em meu arquivo) e, até mesmo, uma obra condensada escrita por todos aqueles que combateram, de alguma forma, contra o terrorismo no Brasil, depoimento das vítimas e parentes das vítimas também poderia enriquecer esse grande documentário.

Um grande ABRAÇO

Cordialmente

Ten Cel Torres.

 

h. Coronel DESCARTES. <descartesfrancisco@yahoo.com.br > escreveu: Caro Tenente Vargas, Esta é a primeira vez que lhe escrevo.Tenho acompanhado sua brava luta para restabelecer a verdade sobre os fatos históricos em que participou ativamente, deturpada que foi pela esquerda raivosa e revanchista que vem governando este pobre e rico País por mais de dezesseis anos. Não participei das lutas e combates que em batalhas diuturnas conseguiram afastar à época a implantação de um regime comuno-castrista no Brasil. Por minha formação militar, sou artilheiro, e por servir em unidades afastadas das zonas infestadas de

guerrilheiros apenas acompanhei mais de perto, pois servia em Barueri, SP, as atividades terroristas que assolavam São Paulo. Outras atividades, em outras localidades, acompanhava com atenção e apreensão.

Tenho grande admiração por colegas de minha Turma que estiveram em operações de combate e de informações. E não deixo de relembrar solenemente o compromisso assumido pelo então Ministro do Exército:

“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”. A afirmação, hoje esquecida por muitos, foi feita pelo Ministro do Exército (1979-1985), General Walter Pires de Carvalho e Albuquerque.

A respeito de toda essa situação calamitosa que ora vivemos tenho o pesar de ver que se batalhas nos vencemos, a última, a do retorno total do governo aos civis, o que chamam maliciosamente de redemocratização, nós perdemos, mas a guerra não está totalmente perdida. Há que continuar a luta, agora por outros meios. Tenho dito a muitos dos meus colegas de farda que na atual situação não há nada a fazer, senão nos organizarmos politicamente. Foram-se os tempos “românticos” de pensarmos em “virações de mesa”, de golpes preventivos, ou não, tudo isso ficou para trás, as armas são outras…

Nada adianta dezenas de associações de militares, grupos organizados, entre os mais atuantes o Guararapes e o Inconfidência, milhões de e-mails emocionados e plenos de razões, blogs manifestarem suas idéias e ideais, sem que estejam irmanados e ordenados por um grande objetivo comum. Considero que sua luta é importantíssima, mas penso que nossa “militância” deve se organizar politicamente e não apenas se manifestar na Imprensa, ou na Internet. É chegada a hora de nos reunirmos. Após nossa retirada, que é uma manobra clássica, devemos nos reorganizar e cabe a nós, a Reserva, a maior parte das ações e da intervenção para planejar e executar o contra-ataque. Repito, com outras armas e principalmente com outra estratégia, a mobilização política.

Um dos bons exemplos é o Cap. Bolsonaro que luta sozinho em sua arena particular, pois pertence a um Partido que de ideologia nada possui, além daquela que tira proveito da bagunça partidária que reina em nosso pobre-rico País, ele nunca é apoiado em sua luta pelos seus “correligionários”! Tenho admiração por sua luta solitária, apesar de reconhecer que lhe falta uma orientação que o levasse a menos estardalhaço e mais ações propositivas, mas vai indo bem.

Recebi há algum tempo um texto sobre o Partido Militar que com este nome estaria fadado ao suicídio, antes mesmo de nascer. A idéia é boa e até bolei outro nome para o tal partido e uma sigla bem mais significativa: “Partido da Reconstrução Democrática – PAREDE”. Temos uma“base partidária” muito bem distribuída nos centros e rincões nacionais, a Família Militar está espalhada por todo o Brasil e isso nos dá uma grande vantagem para coletarmos assinaturas para a fundação de um partido político. Lembremo-nos que lula – assim mesmo com minúsculas – organizou seu famigerado PT a partir do ABC paulista e cresceu com a organização típica dos partidos soviéticos e chegou ao poder. Podemos fazer o mesmo, muito mais rápido, muito mais eficiente e, sobretudo, muito mais patriótico. Ou fundamos um Partido, ou aderimos a algum existente, ou participamos da organização de um totalmente novo.

Fundar um Partido nos tomará tempo precioso para aprendermos a lidar com os meandros da política e nos seria extremamente dificultoso, até pelo custo que adviria. E mais, criar partidos somente de militares não é uma boa! Ficaria estigmatizado como coisa de “militares saudosos da ditadura” e não teria respaldo no meio civil, que sempre estaria desconfiado de nossas intenções. Isto sem falar na repercussão no exterior…

Aderir a um já existente seria nos acomodarmos a ideologias não condizentes com nossos ideais e crenças políticas, sem falar que todos os partidos, sem exceção, estão todos contaminados pela infidelidade, pela corrupção, pelo “mau caratismo” de seus integrantes, que perpetuando-se no poder minaram nossas instituições. A lista desses políticos profissionais é enorme e para nomeá-los perderíamos muito tempo.

Estou atualmente empenhado em estudar a possível adesão de muitos dos nossos a alguma iniciativa de criação de algum Partido que tenha sua ideologia e programa em consonância com nossos ideais.

Entre os que me mais me interessam está o Partido NOVO, em fase de organização e coleta de assinaturas. Eu já faço parte desse esforço O NOVO tem uma plataforma, como seu nome declara, totalmente nova, e o melhor, pretende ser um partido político sem políticos profissionais! Irei receber um kit para “militar” na criação deste partido, é uma esperança.

Você pode ter todas as informações no sítiohttp://novo.org.br/ Talvez possamos nos unir a estes cidadãos e fazer alguma coisa contra “tudo isso que está aí”!

Espero ter feito uma pequena contribuição às suas idéias externadas em sua luta para o restabelecimento da Verdade histórica, conte com meu apoio. Grande abraço, Cel.Art Ref Descartes Francisco Pereira Nunes de Andrade PS.: Esta carta será remetida como cópia aos integrantes de minha lista de Militares, com o repasse de sua mensagem.

 

COMENTÁROS DE CIVIS E MILITARES SOBRE O LIVRO BACABA:

a. CARO TEN VARGAS – BOA NOITE!! SELVAAAA!! Ao ler o interessantíssimo livro “BACABA” (sem intervalos, nem para tomar café), venho dar meu parecer sobre a gama de informações que pude captar em todas as suas colocações muito bem fundamentadas nas doutrinas dos Manuais de Sobrevivência na Selva, nos Manuais de Patrulha e nas adaptações muito bem acertadas de sua convivência num ambiente hostil, norteado naquilo que aprendeu no melhor Centro de Instrução de Guerra na Selva-CIGS. Servi durante 03 anos no CIGS e posso avaliar, ou melhor, perceber boa parte de seu desempenho, principalmente, quando retrata com riqueza de detalhes tudo aquilo que envolve as Operações na Selva. Acredito também, que se você fosse colocar toda essa sua vivência, até mesmo, para complementar informações dos atuais manuais, o livro daria mais de 200 páginas.

Neste momento, me foge a grande maioria das pass agens interessantes do livro, porque decidi dar apressadamente, meu parecer. Acho que deveria fazê-lo, logo após esta segunda leitura onde começo a fazer anotações sobre aquelas partes que mais me impressionaram, para então, ser mais justo com o seu trabalho. Para os Combatentes de Selva “Velhas Onças e Onças Novas” este é um livro de aquisição obrigatória e, porque não dizer aos Paraquedistas e demais militares que tiveram uma participação honrosa naquele conflito. Entretanto, devo citar também, os filhos dos militares e civis que tem “seus corações e mentes” surrupiados pela campanha intensa da mídia que ataca desde o Ensino Fundamental ao Universitário, injetando inverdades em jovens que mudam de opinião, conforme vira o vento.

Tenha a certeza, que tudo o que Você fez, foi em prol da Nação e acho muito pouco ter sido agraciado só com essas medalhas. Porque ainda não recebeu a Cruz de Combate ”? E …a Ordem do Mérito Militar e tantas outras que bem merece?? Você ainda pode ser agraciado, pois tanta gente que não fez 1/10º de sua dedicação ao país, vive por aí, ostentado um peito cheio de medalhas sem ter lutado por esta Democracia, ainda que falha, mas muito superior ao regime comunista que aqueles terroristas queriam implantar.

Depois dos Brasileiros que lutaram na 2ª Guerra, você é o maior exemplo vivo de um militar na essência. Aquele que honra o que fez, por que fez e para quem fez, ou seja, para os mal agradecidos  integrantes do POVO BRASILEIRO QUE NÃO QUEREM SABER DA VERDADE. Meu conselho: “Leiam o livro e parem de ouvir conotações infundadas de gente que nem sabe onde fica a área da Guerrilha do Araguaia” RONALDO DILÉLIO QUEVEDO-1º TEN QAO Delegado da 16ª Del SM – Combatente de Selva 1585.”

 

b. Coronel Faustino Biavati: <faustinobiavati@pop.com.br > escreveu:

Pessoal: Eu adquiri o livro do Ten Vargas, li tenho-o comigo e posso afirmar: È um documento importante para o exclarecimento da verdade, sobre o periodo da

“Ditadura”, aquela que não deixou a outra DITADURA essa a comunista ser implantada no Brasil. Peço aos amigos e companheiros de farda, que façam como eu fiz; Leiam o livro e divulguem a verdade, caso contrário, logo os militares serão os bandidos e os ex-terroristas, serão os heróis. E todos nós sabemos o que está por trás disso: A determinação das esquerdas de transformarem a america latina em “REPUBLICAS SOCIALISTAS SUL AMERICANAS” C omo ficou decidido, no famoso fórum de São Paulo.

No caminho em que as coisas estão adiante, nós os militares, com certeza sofreremos retaliações por parte das autoridades na forma de reduções de salários,beneficios E.T.C. Fiquem atentos! Com um abraço do Coronel Biavati.

 

c. Chico Dólar deixado aos leões Cel Aviador MARCO SENDIN (*)

O fato é real. Dia 03 de dezembro de 2008, Brasília – DF. Congresso Nacional. Câmara dos Deputados. Audiência Pública. Comissão Especial de Anistia. Motivo:

Entrevista dada pelo Tenente José Vargas Jiménez (Chico Dólar) à revista “Isto É” em 12 de Novembro de 2008.

O presidente da Comissão é o Deputado Federal do PC do B (BA), Daniel Almeida; o relator, Deputado Arnaldo Faria de Sá do PTB/SP. Ambos querem saber se o

expositor possui informações, documentos que possam ser à ºteis no sentido da aplicação da Lei da Anistia, pois existem dúvidas a respeito de pe ssoas, provas

e fatos que ocorreram na conhecida Guerrilha do Araguaia.

Segue-se a exposição. O Tenente Vargas, Terceiro Sargento do Exército à época da Guerrilha, trabalhou com Curió e comandava 10 homens; morreram 32 guerrilheiros.

Toda a história está escrita no livro BACABA – Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia, de sua autoria, onde ele relata todos os acontecimentos em que participou, desde a sua preparação até a sua evacuação. A convocação de Vargas fora justificada por dois aspectos, segundo o Deputado

Daniel Almeida: primeiro, pelos direitos das vitimas de conhecerem o paradeiro dos seus entes queridos e para reunir provas com o intuito de identificar formalmente os trabalhadores rurais vitimas dos arbítrios da ditadura, e, com isso, conceder aos seus familiares os direitos a que lhes confere.

Segundo, pela necessidade de se reescrever a história do Brasil e se deixar às futuras gerações um exemplo de compromisso com a verdade e com a liberdade, respaldados no valor à democracia.

O Sargento Vargas, então, cumprindo o quesito nº 1, enumera e nomeia os camponeses e os povoados onde foram presos, de acordo ao Plano de Busca e Apreensão e no Plano de Captura e Destruição, tudo constante no Livro. Dá muitos detalhes importantes. Falando sobre a segunda pergunta, diz que hoje em dia a mídia e as pessoas que estão no poder divulgam que nós, os militares na época do regime militar, fomos os vilões e que eles (os comunistas) lutaram contra o regime militar para ter ess a democracia que temos agora. É uma mentira enorme, é uma grande mentira; eu tenho documentos aqui provando que um dos partidos de esquerda, o PC do B queria impor o Comunismo no Brasil, através da luta armada. O documento é: O estudo do PC do B para implantação da Guerrilha do Araguaia (1968-1972). A Guerra Popular do Araguaia. Prossegue o militar: Este documento está comigo há 35 anos, ele foi pego no dia em que foram mortos os 8 guerrilheiros do Comando da guerrilha. Entre eles, Maurício Grabois, comandante das Forças Guerrilheiras do Araguaia – FOGUERA. O PC do B fez estudo, queria impor o comunismo no Brasil, treinou muitos guerrilheiros na China e em Cuba; eles estavam preparados. Deixou o documento para avaliação do presidente da mesa.

O Estudo é completo e minucioso: por que a região foi escolhida; o objetivo das Forças Armadas Revolucionárias na região (assegurar a sua sobrevivência e garantir um crescimento constante para formar um Exército regular) e muito mais Fora à parte, sobre o episódio, ainda escurecido da realidade dos fatos, soma-se o depoimento, já registrado, do e x-terrorista do MR-8, Daniel Aarão Reis: As organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial; prentendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentam como instrumento da resistência democrática. Como se vê, os guerrilheiros de ontem, graças a Deus, derrotados e impedidos de criarem uma Cuba

brasileira, querem hoje, a todo custo, inverter a história. Querem tornar-se heróis, quando eram bandidos, usurpadores da Nação brasileira. Por que uma audiência tão importante não chegou ao conhecimento do público. Onde está o livro do Tenente Vargas, que não se lê? Cadê o contraditório? E o pior, as Forças Armadas, por que se calam, por que deixam aos leões aqueles que cumpriram as suas missões em tempos de necessidade.

(*) Marco Sendin é Coronel-Aviador R/1. Leia Audiência Pública com Chico Dólar em http://resistenciamilitar.blogspot.com/2009/01/audincia-pblica-com-chico-dlar-heri-da.html

 

d. Carta recebida do Ten Cel Inf Ref ANTÔNIO GONÇALVES MEIRA.

“Rio de Janeiro, 14 de Abril de 201v0. Prezado companheiro Vargas. Com os meus cumprimentos, agradeço-te a atenciosa remessa do teu “Bacaba – Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia”. Atenção que também fico a dever ao nosso amigo em comun, Mesquita, de Santa Maria. Tenho o teu livro precioso em leitura e passagens nele negistradas já eram do meu conhecimento. Desde agora, louvo a tua coragem em escrevê-lo. Não há razões para ocultar fatos de uma guerra suja e da qual fomos felizmente, vencedores. Como diz o vulgo “guerra à © guerra” e aquela guerra suja nós não a provocamos ou iniciamos. Infelizmente, por outro lado, essa guerra tem, agora, outros envolvimentos. Que as nossas gerações sob a farda se mantenham atentas e coesas. As velhas gerações cumpriram o seu dever. Com, sem ou não obstante reações, até mesmo do ambiente castrense. Permite-me incluir-te entre os meus novos amigos e aceita a minha amizade que, aliás, pouco pode valer, à beira de meus oitenta anos. Na minha peregrinação militar, servi a alguma distância da tua terra natal, Capitão no 2º Batalhão de Fronteira em São Luiz de Cáceres. Integrava a antiga Brigada Mista, com o seu Comando em Corumbá. Tempo distante e saudoso! Renovo os meus cumprimentos, os agradecimentos e o louvor que te faço. E, naturalmente, os votos de minha amizade, aqui sempre às ordens. Do companheiro. Ten Cel Inf Ref Antônio Gonçalves Meira.”

 

e. CARTA RECEBIDA DO TC ART REF QEM ALEXANDRE M. AMENDOLA:

“S anta Maria,RS,08.04.2010 – Prezado Camarada (*) Tenente Vargas: Cordial saudação militar! Há poucos minutos terminei a leitura de seu excelente “BACABA”, que me foi presenteado pelo Fiel e Velho Amigo, Tenente Antônio Carlos Mesquita do Amaral e trouxe uma belíssima dedicatória, que lhe agradeço com maior sinceridade.

Agradeço, igualmente, as lições que proporciona, notáveis pelos detalhes, descrições corajosas, e sugestões inteligentes relativas à tropa com missão de contra-guerrilha, talvez seu livro devesse servir de base para estudos nos Estabelecimentos de Ensino Militar. Não sei se o fazem. Tomara que sim. Por outro lado, cumprimento-o efusivamente pela altivez com que se defrontou com a malsinada Comissão de Anistia, atitude bastante rara e concordo com seu pensamento de que – mais uma vez – nos ronda o perigo de lésa_Pátria. Muito obrigado, abraço-o fraternalmente.

Alexandre M. Amendola TC Art QEM (Ref). (*) – A designação de “Camarada” foi prostituida pelo Partido Comunista e a de “Companheiro” pelo Partido dos Trabalhadores. Opto por manter a primeira, tradicional em todos os Exércitos do mundo e no nosso, principalmente, ao tempo do Império, quando estivemos engajados em campanhas externas.”

 

f. De: Artur Teixeira < artur.teixeira1946@gmail.com> (Portugal)

Caro amigo Vargas,Acabo de ler o seu livro “Bacaba”, que recebi na Terça-feira passada. O seu depoimento constitui um testemunho sincero, corajoso e generoso sobre a sua participação no combate à guerrilha esquerdista do Araguaia, onde se distinguiu como militar ao serviço do Brasil.- Sincero, porque o faz com autenticidade, não escondendo nada,inclusive acções que podem de alguma maneira comprometê-lo politica e judicialmente, atendendo à actual correlação de forças que é favorável à esquerda, logo a favor de eventuais inimigos, desejosos derevanchismo; – Corajoso, porque expõe sem medo operações em que teve participação directa e fá-lo num ambiente social pouco simpático para com as FFAA, por causa da Ditadura Militar, e em que os herdeiros políticos desses inimigos do Brasil estão actualmente no Poder; – Generoso, porque, apesar de tudo, dá algum beneficio de dúvida aos integrantes da guerrilha esquerdista do Araguaia, de resto alguns muito jovens, no que concerne ao seu ideal, o que é próprio de homens com nobreza de sentimentos e de convicções fortes. Talvez o maior escolho que se opõe à justificação do combate sem tréguas à guerrilha esquerdista do Araguaia, seja a falta de sclarecimento da opinião pública acerca da verdadeira natureza do Marxismo e das suas extensões extremistas, nomeadamente o seu pendor subversivo e conspirativo, perfeitamente revelado no documento que publica sob o título “Estudo do PC do B para Implantação da Guerrilha Rural no Araguaia – 1968/1972”. Não compreendendo isto, não se consegue compreender que os “revolucionários” de Araguaia e todos os outros, incluindo o Che, que aparentemente era um agente puro de tal ideologia, servem interesses antipatrióticos e desagregadores dos Estados. A “Guerra Popular” que o PC do B queria desencadear em Araguaia, várias vezes sublinhado no documento que publica no seu livro “Bacaba”, era de facto uma guerra contra a integridade territorial do Brasil, logo contra o povo brasileiro. Como foram ingénuos esperar que conseguiriam implantar uma República Marxista, de modelo cubano ou chinês, sem que a Ditadura Militar reagisse, ademais estando esta avisada por precedentes históricos, como o movimente tenentista de Carlos Prestes! As Forças Armadas que têm o superior dever de defender o território de seus inimigos, que no caso são internos mas ao serviço de interesses estrangeiros, não podiam pois ficar de braços cruzados. Eles provocaram uma guerra e tiveram-na… Bem haja àqueles que se dispuseram, como o amigo Vargas, a combatê-la e vencê-la! Abraços fraternos. Artur Rosa Teixeira

 

ABRA O BLOG da RESISTÊNCIA MILITAR PARA VER. Respeitosamente.

Tenente Vargas – SELVA!

– 16 de março de 2011 12:36, Capitão Félix Maier <ttacitus@hotmail.com > escreveu: Caro Chico Dólar (Tenente Vargas), Clique emhttp://resistenciamilitar.blogspot.com/2011/03/chico-dolar-narra-sua-historia.html. – Mensagem do Capitão AQUINO.REPASSO, INTEGRALMENTE, ESTE E-MAIL DE MEU AMIGO E COLEGA DE TURMA, CAP MAIER, TRATANDO DA OPERAÇÃO ARAGUAIA, DO EXÉRCITO BRASILEIRO. A OPERAÇÃO NÃO FOI UMA GUERRILHA E SIM UMA GUERRA, LITERALMENTE. E PARA QUE A “VERDADE” QUE SE QUER IMPINGIR HOJE NÃO FIQUE SÓ DE UM LADO, O LIVRO DO TEN VARGAS MERECE SER LIDO E, PARA OS QUE NÃO TIVEREM TEMPO DE LER A OBRA INTEGRALMENTE, ESSES DOIS ENSAIOS, OU MELHOR, FICHAMENTOS, DO MAIER, SÃO BEM ESCLARECEDORES…

Abraços, Cap Aquino. Prezados amigos, Para conhecer o livro BACABA, leia o fichamento que eu fiz emhttp://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=8994&cat=Ensaios&vinda=S. Para conhecer o teor da Audiência Pública de Chico Dólar (Ten Vargas) na Câmara dos Deputados, clique emhttp://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3712&cat=Discursos&vinda=SAtt, Capitão FELIX MAIER. – MENSAGEM do General Ex JOSÉ CARLOS para o Tenente Vargas (Chico Dólar) “Prezado Ten Vargas: Gostaria de saber se você é da ativa ou da reserva e, se achar conveniente dizer, onde serve, se for o caso, pois lhe tenho na minha lista de correspondentes e pouco sei a seu respeito. Peço também informar se deseja ou não, continuar a receber meus e-mails. Abs. Gen Ex José Carlos. ”  – RESPOSTA do Tenente Vargas para O General Ex JOSÉ CARLOS.

“Prezado Guerreiro e Chefe General José Carlos Leite Filho, Bom dia! Em primeiro lugar muito obrigado pelo seu contáto e pelas lindas e interessantes mensagens que tem enviado as quais gostaria de continuar recebendo. Respondendo as suas perguntas: – Sou oficial da reserva subordinado a SIP/9 – CMO em Campo Grande-MS.

– Sou Bacharel em Direito. – Sou 2º Ten QAO – José VARGAS Jiménez, com 62 anos, já aposentado desde 1994 a meu pedido, com 46 anos. – Sou Guerreiro de Selva nº 702 – COSAC (Centro de Operações na Selva e Ações de Comando) – Escrevi o livro BACABA – Memórias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia em 2007. Este livro teve uma repercusão enorme, para saber mais sobre mim, acesse o site: www.google.com.br e pesquise: Livro Bacaba, Chico Dólar e José Vargas Jiménez. Para uns eu sou assassino, torturador, etc. e para outros sou herói. Analise. – Estive na guerrilha do Araguaia na última “Operação Marajoara”, a qual vencemos os guerrilheiros das Forças Guerrilheiras do Araguaia do PC do B. Combati junto com o Capitão “CURIÓ”, na época eu era 3º Sgt e

comandava 10 homens, um grupo de combate.

– Fui homenageado pelo Cmt do CMO com a Medalha de Pacificador dom Palma de Ouro. – Ganhei as medalhas de 10 e 20 anos de serviço e a da Amazônia por

ter servido lá 10 anos.

– Em 1981 fiz a EsNI em Brasília-DF, 6 meses, depois não mais vesti farda, trabalhei no Serviço de Inteligência do Exército até pedir minha reserva em 1994, quando fui promovido a oficial.

– Resolvi escrever o meu livro para contestar estes terroristas/comunistas que hoje estão no poder e querem mudar a história do Brasil, mentindo, dizendo que lutaram contra nós do regime militar para impôr uma Democracia, queriam sim impôr o Comunismo (Ditadura do Proletariado).

– Por causa de meu livro fui três vezes ao Congresso Nacional, na Câmara do Deputados em Brasília-DF, onde eles acharam que iriam me usar, eu os contestei e os peitei, fui muito vaiado e ameçado de ser processado, preso e morto, pelos Deputados e pelas famílias dos terroristas que se encontravam nas audiências. Pela minha experiência no serviço de Inteligência (EsNI). levei gravador e gravei tudo, porque os jornalistas só fazem reportagens que interessam aos políticos os quais lhes pagam para isso. Se eu não tivesse gravado eu estaria comprometido com nosso EB, no entanto eu mandei a gravação para a EsNI, onde trabalhei por 14 anos e a divulguei na Internet, o que me deixou tranquilo.

– Estou lançando agora em Junho ou Julho/11 o meu segundo e último livro, BACABA II – Toda a Verdade sobre a Guerrilha do Araguaia e a Revolução de 1964. Para homenagear os 16 militares que morreram na Guerrilha, em especial ao Cabo Odílio da Cruz Rosa (Cabo Rosa), primeiro militar a ser assassinado pelos guerrilheiros do PC do B, ele estará na capa de meu livro. Também nele constarão todas as operações da Guerrilha do Araguaia realizadas pelo EB (sem entregar nosso glorioso EB), até a última da qual participei (Operação Marajoara), quando eles foram derrotados. Também divulgarei a grande repercusão de meu primeiro livro e alguns dossiês que levei dos terroristas/comunistas que hoje estão no poder (Dilma, Tarso Genro, Paulo Vannuchi, Carlos Minc, José Dirceu, Jenoino, Franklin Martins, etc.) e os entreguei ao Presidente da Comissão dos Mortos e Desaparecidos Políticos e por último um resumo da revolução de 1964 onde publicarei a relação de todos os civis e militares que “ELES”.

terroristas/comunistas assassinaram. Eles só divulgam os que nós matamos na guerra. Espero ter respondido e esclarecido o que me solicitou. Respeitosamente.

Tenente Vargas – SELVA ”  – RESPOSTA do Gen Ex JOSÉ CARLOS para o Tenente VARGAS. “Prezado Ten Vargas:Obrigado pela sua pronta e esclarecedora resposta. Vejo, agora, que já conhecia muito a seu respeito; apenas não lhe identificava. Parabéns pelos seus antecedentes e pela luta contínua por um Brasil melhor! Gen Ex José Carlos.”

 

Mensagem do Capitão MADEIRA: Prezados amigos,companheiros e clientes, BOM DIA!

De: JP Madeira < wood2007@terra.com.br > Assunto: Vídeo Publicado no YouTubePara: <vargasjimnezjos46@gmail.com > ABRAM ESTE LINK – VIDEO ABAIXO

– Caro Companheiro de Caserna, Tenente Vargas.

Comunico-lhe que já elaborei e publiquei um primeiro vídeo para sua apreciação. Gostaria que você o visse e que me informasse, com a maior brevidade possível, se está tudo de seu agrado, ou se desejas que sejam feitas alterações. No caso de serem necessárias alterações, peço que me descreva onde elas se encontram, bem como o que deve ser corrigido. No caso da trilha sonora, ela é fornecida pelo próprio YouTube, o que acarreta a aparição de comerciais durante a apresentação do vídeo.

Tenho feito esta opção, pelo fato de que o YouTube costuma dar destaque a vídeos que se utilizam do recuso de áudio de sua biblioteca. Este é o link para o vídeo mencionado: http://www.youtube.com/watch?v=L9KLNiGIzS8

Abcs.Capitão Madeira Obs: leia também a descrição do vídeo para verificar a correção dos dados. João Pedro Madeira Gonçalves Capitão QAO Mat Bel R/1 – 11 RM Brasília –DF

PS: O Canal no YouTube:http://www.youtube.com/user/MrJPMadeira

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