38679_ext_arquivo

Familiar não tem rancor de torturador

Vez por outra a história volta para acalentar os amargurados ou justificar aqueles que colocaram nos livros, o que sabemos hoje. O livro ‘Memórias de Uma Guerra Suja’ (Ed. TopBooks), do hoje pastor evangélico Claudio Guerra mexe numa ferida ainda latente no país. Lisboa é lembrado até hoje como referência na luta democrática

DSC03534

Reunião traça estratégias para receber Caravana Nacional de Anistia

Na manhã desta quinta-feira (03/05), aconteceu, na sala de reuniões da Secretaria do Gabinete do Governador, no Palácio da Abolição, reunião preparatória para definição de estratégias visando acolher a Caravana da Comissão Nacional de Anistia, que estará em Fortaleza, entre os dias 3 e 4 de agosto.

PF apura paradeiro de corpos citados por ex-delegado da ditadura

Após as revelações do livro “Memórias de uma Guerra Suja”, em que o ex-delegado Cláudio Guerra afirma ter matado e incinerado corpos de presos políticos na ditadura militar, a Polícia Federal abriu uma investigação sobre o paradeiro das supostas vítimas no caso, de acordo com informações do jornalFolha de S. Paulo.

Familiares cobram apuração das mortes de militantes incinerados

As revelações do ex-delegado capixaba Antônio Cláudio Guerra, do antigo Departamento de Ordem Política e Social (Dops), no livro Memórias de uma Guerra Suja, sobre as torturas e os assassinatos de militantes de esquerda por agentes da ditadura trouxeram mais uma vez à tona o debate sobre a necessidade do esclarecimento das barbáries cometidas pelo […]

Lei da Anistia subiu no telhado. A batata do STF está assando

  Saiu na Folha (*), a da ditabranda: PF investiga relato de ex-agente da ditadura   Ex-delegado afirma ter participado da incineração de 11 presos políticos. Guerra já prestou depoimento, cujo teor sigiloso foi informado à presidente Dilma e ao ministro da Justiça

144665-970x600-1

Confira as fotos do Ato pela Memória, Verdade e Justiça

Ato pela Memória, Verdade e Justiça, organizado pelo Levante Popular da Juventude, em frente ao antigo Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), órgão subordinado ao Exército, de inteligência e repressão do governo brasileiro durante a Ditadura Militar no Brasil